Meanwhile, in the land of the free

Não há muitos comentários que possam ser feitos, as imagens falam por si. Brutalidade, uso absolutamente desproporcional da violência, um homem no chão a gemer que não consegue respirar e a impunidade de um agente da autoridade do país que reserva para si o direito de policiar o mundo e bombardear os agressores que não o servem, enquanto tolera o radicalismo sádico de príncipes sauditas que decapitam bruxos e feiticeiros. Será à toa que todos os anos há um miúdo que entra numa escola norte-americana e mata umas quantas pessoas? Deve ser. Quem não acreditar só pode estar a conspirar.

The land of the free? Who ever told you that is your enemy

12 comentários em “Meanwhile, in the land of the free”

  1. para não sêr acusado de anti-americanismo “primario”,sempre posso dizer que desde o faulkner até ao dylan,passando pelo tarantino(django libertado),todos eles(e muitos outros) são americanos(brancos) que descreveram a questão racial americana.(nota:nenhum destes artistas são conhecidos por serem “comunas”)

  2. o policia branco(de óculos) tem umas tatuagens parecidas com o …mario machado( o tal,que foi “reabilitado” pelo tea party português:o observador).como diz o sergio godinho,isto anda tudo ligado.

    1. qual? o que tinha uma namorada socialista que afinal era outra fascista e que ajudou cobardemente a matar um cidadão português apenas e só por ser negro? cuidado que ele está quase de volta e tem um novo partido…

      1. é preciso ter atenção a esses partidos, pois vão claramente fazer o jogo ainda mais sujo que o ps psd e cds não vão querer fazer para não ficarem mal vistos, é que matar pessoas à fome e nos hospitais é uma coisa, a tiro é outra.

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