Grupo Tecnovia recruta escravo

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Camilo Queiroz

É mais um caso de escravatura branca mas sem aquela irritante desculpa de que se trata de “estágio académico” e que os estudantes até deveriam agradecer a sodomia a que os submetem. Diz assim o anúncio:
“O Grupo Tecnovia, fundado em 1973, opera em três continentes, gera um volume de negócios anual de 330 milhões de euros. (…)
Procuramos, para realização de um estágio não remunerado que se dividirá em 2 fases: Portugal e Angola“.
Os candidatos ao estupro podem enviar a sua candidatura para recursos.humanos@tecnovia.pt. Levem vaselina com fartura.
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O verdadeiro troca tintas

Sem ponta de vergonha nas ventas.

Violência de ultras mata em Madrid

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Riazor Blues

O futebol, sempre tão vergastado, deve assumir o papel do Estado ao banir das suas fileiras os ultras? E serão os ultras, de facto, uma realidade do futebol ou são meros arruaceiros do pior, que estão a servir-se do futebol para clamarem com mais audiência os seus ideais (“el club perseguirá a cualquier otro colectivo, peña o grupúsculo que pudiera surgir en el futuro bajo cualquier otro nombre, que no condene radicalmente la violencia o que utilice el nombre del Atlético de Madrid o sus instalaciones para defender ideas políticas, racistas o xenófobas”, lê-se no comunicado de hoje do Atlético de Madrid)? [Read more…]

O Assis das cantinas

Para Ricardo Gonçalves uma coligação com o PCP e com o Bloco de Esquerda “não é viável, nunca o foi, nem nunca será”. Quem? ah, é este:

Diz-me quem visitas dir-te-ei quem és

«Eh, isto no fundo o Dubai é o Algarve, o que é que com prédios mais altos...»

«Eh, isto no fundo o Dubai é o Algarve, o que é que com prédios mais altos…»

Portugal, cavalos lusitanos, sol e gajas boas encaixa perfeitamente num dizer de Aníbal Cavaco Silva, vendendo-nos aos ditadores árabes. O homem que denunciou a sogra à PIDE continua em forma.

Mas o dizer tem ocultado muito pior. Quem ocupa o lugar de Presidente da República foi visitar uma ditadura.

Escondido atrás das fachadas luxuosas dos arranha-céus e dos sorrisos seguros dos funcionários de direitos humanos dos Emirados Árabes Unidos (EAU) existe um péssimo registo de direitos humanos.
Nos EAU de hoje, tortura é aplicada quase impunemente e os ativistas da oposição, incluindo prisioneiros de consciência, são frequentemente detidos e mantidos sob custódia – alguns durante vários meses – sem acusação nem julgamento. Em 2011, cinco dissidentes foram condenados a penas de prisão.
Os direitos fundamentais continuam a ser recusados a trabalhadores estrangeiros, as mulheres sofrem discriminação na lei e na prática, e a pena de morte continua a ser imposta.
Em janeiro de 2012, o Conselho de Direitos Humanos da ONU escrutinou a situação de direitos humanos dos EAU, depois de em 2008 ter apelado para que fossem realizadas mudanças significativas. Na noite antes, 94 ativistas tinham sido levados a tribunal por criticarem o governo. A coincidência destes dois eventos chamou a atenção para as promessas que, até agora, têm sido apenas superficiais.
Fonte: Amnistia Internacional.

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