Ah! E o pantomineiro era o outro!


Um disse isto, o outro disse aquilo . E em Pedrógão Grande! E agora ninguém lhes pergunta nada?

Comments

  1. Fernando Manuel Rodrigues says:

    Mais um… Só duas pequenas, e muito directas, questões:

    1. O que acha que devereia ou poderia ter sido feito para impedir uma tragédia como a que aconteceu no Sábado?

    2. O que é, em sua opinião, o “ordenamento do território”, quais são as principais medidas a tomar, e o que acha que quer dizer António Costa quando fala de dar prioridade à floresta?

    Ou é mais um a mandar achas para fogueira, e a falar do que não sabe? É que eu ouvi ontem alguém apelidado de especialista que um verdadeiro “ordenamento do território” implicaria, como uma das primeiras medidas, pegar em todas as pessoas que vivem espalhas em pequenas aldeias no meio dos montes e realojá-las em localidades maiores, para deixarem de estar tão isoladas. Isto é só um exemplo de como às vezes é mais fácil falar das coisas em abstracto do que fazer algo em concreto.

    • Orlando Sousa says:

      Se ler o que Henrique Pereira dos Santos escreveu hoje no Público tem lá a resposta à sua 1ª questão.
      Quanto à 2ª questão, diria que o ordenamento do território é torná-lo equilibrado ambientalmente, isto é, diversificá-lo, algo que foi alterado a partir das políticas florestais do Estado Novo (é ler o Aquilino Ribeiro – Quando os lobos uivam), e até agora nunca alteradas, seja pelos governos PSD, sejam pelos governos PS. Acho que o António Costa não sabe do que fala, e prestou esses declarações há um ano. Até agora não se conhecem medidas para mudar o estado actual da floresta portuguesa. De facto a estrutura de resposta aos fogos está muito reforçada, mas a prevenção e a gestão desapareceram. Há áreas do nosso território onde não há incêndios, mas há sapadores profissionais a trabalhar durante o ano todo (e quase sem apoios financeiros públicos). Eu, se tiver um problema de saúde não quero ser tratado por um voluntário. De prevenção os bombeiros, esses heróis, nada sabem. É só vermos os montantes usados na prevenção ao longo de 5, 10, ou 20 anos e os montantes disponibilizados para o combate aos incêndios.

  2. Rui Mateus says:

    De acordo caro Orlando Sousa. Certeiro.

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