Melhor investir longe…


Se isto acontecesse em Portugal, o mais certo era ter o Arménio à porta…

Comments

  1. doorstep says:

    É… Vivi e trabalhei nos EUA entre 1976 e 1980, e nesses tempos os musk batiam a bola baixa e respeitavam de forma quase reverencial (mesmo se fingida) a workforce. Não era para menos: é que a workforce não se deixava sodomizar como acontece hoje, e se a pisavam reagia à bruta, por vezes mesmo muito à bruta.

    Viva pois o abençoado país onde o Arménio ainda instila terror em alguns!

  2. ganda nóia says:

    é, antónio, o século XIX é que era. devias ter vergonha nessa cara e ir ler um bocadinho sobre as origens dos sindicatos.

  3. Paulo Marques says:

    E daqui a uns meses virá dizer que os trabalhadores não têm lealdade nenhuma quando forem para a concorrência inovar. E depois processa-os, porque é a melhor maneira de estagnar o mercado depois de o controlar. São todos iguais.

    • Isso normalmente acontece graças à ajuda do Estado. A liberdade para mudar é precisamente a melhor arma do trabalhador. E não raras vezes quando se demite, pedem-lhe para ficar e melhoram as condições… Num mercado verdadeiramente livre, os melhores lucram sempre, sejam os melhores empresários ou trabalhadores. Num mercado regulado, lucram as corporações, os trabalhadores são nivelados por baixo…

      • Mas o que é que tem o estado a ver com este caso?
        O que o Elon Musk fez foi dizer que aos empregados que a sua lealdade é completamente dispensável. E o melhor que eles têm a fazer (se puderem) é recolher todo o tipo de informação útil á concorrência para o caso de um dia o patrãozinho finalmente, ao fim de doze anos, se lembrar de gratificar a sua lealdade com um par de semanas de ferias.

      • Paulo Marques says:

        Mercado livre no emprego? Só se for no sentido da venda livre de escravos, hoje como sempre.

      • Ana A. says:

        “Num mercado verdadeiramente livre, os melhores lucram sempre, sejam os melhores empresários ou trabalhadores.”

        E num Mundo Ideal (na cabeça do António Almeida), onde a Liberdade abunda, os “melhores” são “toda a massa humana” : trabalhadora e empresarial, porque os menos bons, os fraquitos teriam sido já alvo de um “melhoramento genético”! Que dos fracos não reza a História e o que está a dar são os “pequenos” super-homens!
        Valha-o Deus (se existir)!

  4. doorstep says:

    A posição de António de Almeida merece-me todo o respeito, pois sinto-a sincera, honesta e bem intencionada. Não a partilho, pois julgo que a questão da regulação não pode ser encarada pela óptica da fé, mas sim pela do pragmatismo.

    Em cada momento as sociedades exigem abordagens institucionais diferentes, conforme os efeitos das doxas vigentes. O problema é que os políticos – como quase todos nós – alinham pelas doxas, seja por facilitismo, seja por insuficiência intelectual (imaginem um hugo soares a alinhar por outra coisa!). E a consequência é o permanente desfasamento entre o paradigma sociológico e a posição das válvulas – p. ex. a da regulação.

  5. Pedro Marques says:

    Moral da história: o Musk não estava propriamente sobrecarregado de trabalho.

  6. Ernesto says:

    A ver se entendi:

    Um dos melhores empreendedores/patrão/CEO do mundo tem uma pessoa, que é o seu braço direito, a trabalhar com ele durante 12 anos, e não fazia ideia de qual o trabalho que esta realizava, nem tão pouco se apercebeu da “falta de qualidade” do oficio desenvolvido pela mesma.Coincidentemente, percebe isso tudo depois de mais de uma década, e quando a funcionária em questão pede um aumento!

    Ok então..

  7. Ferpin says:

    Um facho competente arranjava coisas com relação mais inteligente para atacar a CGTP.

  8. Ernesto says:

    A propósito desta fake new:

    Elon Musk desmentiu a notícia.

    No seu Twitter, Elon Musk referiu que toda a polémica era um “total disparate” e que a biografia que deu origem ao caso era fiel aos factos na grande maioria, mas também continha alguns erros. Musk queixou-se ainda que o autor não confirmou muitos dos factos, apesar de lhe ter sido pedido que o fizesse. Algo que a maioria da imprensa, incluindo o Dinheiro Vivo, também não fez, aparentemente.

    Elon Musk deixou ainda elogios à ex-assistente envolvida na polémica e revelou que esta foi dispensada com uma compensação referente a 52 semanas de salário e com a opção de ocupar um outro cargo, noutra empresa. A saída foi justificada pelo facto da empresa ter crescido nos últimos anos e de serem precisos vários especialistas para acartar as funções outrora desempenhadas pela assistente.

    É o que dá “acreditar” em pasquins!

    E porque é que o pasquim em causa quer passar a mensagem a todos os cidadãos trabalhadores deste mundo”:
    Vê o que acontece se te atreveres a pedir um aumento!”

    Estranho, não é, caro António!!!

    Cumprimentos

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