Dos heróis caídos…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
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A pergunta ressoa no mais fundo do corpo ético do homem de esquerda: “como posso eu aceitar, sem forçar todo o meu ser à dissolução, que a sociedade de que participo condene mil homens à pobreza para que possa criar um que seja rico?”
A pergunta é labiríntica. A resposta reside no seu centro mental, um ponto cósmico, guardada por um temível animal mítico. Mas uma vez chegado a esse centro, não tem, o homem de esquerda, como evitar o confronto. E ele dá-se precisamente no lugar do eixo, no axis mundi, na base da árvore da vida pela qual se ascende à resposta.
Para que o mistério não viesse a ser simplesmente um maneirismo literário, o demiurgo achou por bem fazer depender a vitória sobre a besta mítica da resposta a uma outra pergunta: desses mil homens condenados à pobreza, quantos não sacrificariam outros cem mil ao mesmo mísero destino para que a fortuna lhes sorrisse a eles?

Alex Jones é um conspirador norte-americano com obra publicada sobre quase todos os grandes temas da área, da Nova Ordem Mundial aos mais variados inside jobs governamentais. Estranhamente, tal não o impede de ser um dos mais acérrimos defensores de Donald Trump, um dos mais representativos exemplos da elite sem escrúpulos que comanda o planeta, que de resto já o elogiou publicamente e esteve presente no seu programa, o Infowars. Um amor recíproco e, digamos, proveitoso. Um bom negócio, porque é de negócios que esta relação se trata.
Tal como Trump, Alex Jones representa as cores da extrema-direita. Discurso violento ou incitador de violência e da discórdia, populismo e xenofobia são algumas das causas que os unem. Une-os também o espírito empreendedor, que com a bênção da Mão Invisível e dos profetas do neoliberalismo que levam mais branco lhes permite diversificar a sua actividade económica. Veja-se o exemplo de Trump, que herdou uns quantos milhões, fez uns negócios e agora é presidente da superpotência mundial, acumulando a gestão da Sala Oval com a dos seus muitos ramos de actividade, aproveitando a oportunidade para integrar as filhas e os genros nos quadros da Casa Branca, acrescentando o nepotismo às muitas virtudes do seu “novo” regime. [Read more…]
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
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