Talibãs do politicamente correcto


Não há dúvida que existe hoje, um pouco por todo o mundo, uma verdadeira patrulha ideológica que pretende impor à humanidade o que consideram ser política e socialmente aceitável. Esses fanáticos imbecis, estão por todo o lado e não hesitam ofender todo e qualquer cidadão que não siga a cartilha e ouse pensar pela sua cabeça. No Brasil chegaram ao ponto de acusar Ney Matogrosso de homofobia e Chico Buarque de machismo. Além de tristes, não passam de desprezíveis trastes sem respeito pela Liberdade…

Comments

  1. Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

    Caro António de Almeida.
    Depois de ler o se post constato que o Sr. entra no grupo dos “talibãs do politicamente incorrecto”, ao chamar de “desprezíveis trastes” e “fanáticos imbecis” a quem se exprime de uma forma que o Sr. não gosta.
    Eu também não gosto, em boa verdade, mas não desço ao nível deles.
    Afinal, neste contexto, qual a diferença entre os “Talibãs do politicamente correcto” e os “Talibãs do politicamente incorrecto”?

    • Caro Ernesto
      Não defendo qualquer linha ou rumo de comportamento e ainda menos de pensamento. Politicamente incorrecto nem sei o que é, provavelmente será tudo e o seu contrário. Quanto ao politicamente correcto, por onde quer que comece? Hábitos alimentares? Culturais? Orientação política? Apenas reconheço a Liberdade.

      • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

        Caro António de Almeida.
        A designação de “politicamente correcto” é sua e eu respeito-a. Apenas disse – e reafirmo – que a sua negação é o “politicamente incorrecto”.
        Isto é uma aplicação da língua portuguesa.
        Defende, com certeza, uma linha ou rumo de comportamento, tal como eu defendo e faz muitíssimo bem.
        A minha argumentação vai para os termos usados. Não vejo diferença em chamar “homofóbico” ou “machista”, recebendo na troca os termos de “desprezíveis trastes” e “fanáticos imbecis”.
        Quanto ao politicamente correcto, não vale a pena começar, porque já começou há muito tempo, sendo o exercício mais praticado na Sociedade Portuguesa.
        Hoje a frontalidade é confundida com a má educação, com a incapacidade de auto-domínio, com a inconveniência, sendo pois politicamente incorrecto.
        Bom, é o que pratica com mestria o “jogo de rins”…
        Isto foi dito com toda a Liberdade 🙂

  2. Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

    Caro António de Almeida.
    Depois de ler o seu post constato que o Sr. entra no grupo dos “talibãs do politicamente incorrecto”, ao chamar de “desprezíveis trastes” e “fanáticos imbecis” a quem se exprime de uma forma que o Sr. não gosta.
    Eu também não gosto, em boa verdade, mas não desço ao nível deles.
    Afinal, neste contexto, qual a diferença entre os “Talibãs do politicamente correcto” e os “Talibãs do politicamente incorrecto”?

  3. Correio da Manhã no Aventar says:

    Mais uma tirada, mais uma posta de pescada, do Almeida Correio da Manhã no Aventar. Pois de quem é que havia de ser ?

  4. Paulo Marques says:

    Eu, que me estou a borrifar para o que esses dois fizeram ou fazem, apenas tiro desta posta que o António, em nome da liberdade, gostava de fazer com que as pessoas só digam aquilo com que concorda. Orwell nunca esteve tão actual.

  5. Agora estou verdadeiramente confuso:

    A ofende B para o impedir de exprimir ideias
    C ofende A para defender o direito à expressão de ideias
    D no uso do seu direito de exprimir ideias (negado por A) acha que C está errado!

    Qual é a lógica ? Quem está ERRADO é A . Dois argumentos errados não produzem uma conclusão certa.

    Rui Silva

    • Paulo Marques says:

      A – Os artistas; C – Os críticos; D- AA
      ou
      A – Os críticos; C – AA; D – Os comentadores (mas nem por isso).

      Não vai lá por essa redução simplista. Ou são misógenos ou não, se forem merecem ser criticados, senão não. E mesmo assim, há graus e coisas que eram aceites e normais e já não são.
      Quem se preocupe que veja, que não aprecio a arte (não digo que é má nem boa, não é para mim) nem têm suficiente impacto neste país para me interessar no caso.

      • Salazar prende Cunhal para impedir exprimir ideias
        Soares critica Salazar para defender o direito à expressão livre de ideias
        Caetano no uso do direito de exprimir ideias (negado por Salazar) acha que Soares está errado.

  6. Labrego esfomeado says:

    Escalfe o bacalhau já demolhado em água a ferver. Retire-lhe a pele e as espinhas e faça-o em lascas.
    Descasque as batatas e corte-as em cubinhos. Frite-as em óleo Vaqueiro, deixando-as muito claras e moles. Corte as cebolas em rodelas muito finas e coza-as sem alourar no azeite, mantendo o lume brando e o recipiente tapado. À parte, derreta a margarina Vaqueiro, polvilhe com a farinha e deixe cozer sem ganhar cor. Regue com o leite e com 1 dl de Creme Culinário Vaqueiro Light. Deixe ferver suavemente até ter um molho homogéneo e espesso. Retire do lume e tempere com a mostarda, o sumo de limão, sal e pimenta. Junte o restante Creme Culinário Vaqueiro Light, coloque num tabuleiro que possa ir ao forno e à mesa e disponha o bacalhau, as batatas e cebola em camadas. Regue com o molho e polvilhe com o queijo ralado. Leve ao forno previamente aquecido até alourar a superfície.

  7. JgMenos says:

    A agitação imbecil é a consequência imediata de qualquer ameaça ao guião do ‘politicamente correcto’.
    Para o compreender é preciso reconhecer que se trata de artigos de fé servidos por suas ladainhas e responsos,.
    São guia espiritual de que na religião busca o conforto das certezas que só a fé proporciona.
    Paz aos crentes!
    Liberdade aos incréus!

    • joão lopes says:

      o politicamente correcto é a nova Moda da direita,depois do fracasso do Diabo.tambem se pode chamar a isto uma monomania,falta de argumentos ou preguiça mental.ou pior:andam a ouvir vozes…do alem,logo é delirio…

      • JgMenos says:

        O Diabo foi fácil de resolver com cativações e investimento zero.
        Já o politicamente correcto é feito de artigos de fé; levar os verdadeiros crentes à abjuração é pouco provável, mas o ridículo diminuir-lhes-á o numero de prosélitos.

        • Paulo Marques says:

          Comparado com cortes a quem menos tem para aumentar os problemas da segurança social e o menos investimento, ainda não percebi de que se queixam. Nem está muito longe da vossa agenda, até o teatro securitário aumento, falta é a parte de bater a sério em quem pouco tem para comer.

  8. Luís says:

    O politicamente correcto e os seus praticantes estão mais próximos da Inquisição do que se pensa.

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