A caminho da Liberdade

O povo catalão deu hoje mais um passo rumo à independência. Madrid respondeu com repressão policial à vontade dos cidadãos que pretenderam exprimir democraticamente nas urnas de voto o seu próprio destino. Mas o processo está em marcha e será irreversível, cedo ou tarde os catalães, e seguramente também bascos e galegos serão autorizados a votar em referendo se pretendem continuar espanhóis ou preferem a secessão. É inevitável, os impérios não são eternos…

Quem tudo quer, tudo perde…

Não é o primeiro nem será o último artista francês a fugir do esbulho fiscal.

Fascismo, nojo…

Num país que pretende liderar a construção europeia, presidido por alguém que se diz liberal.

O governo quer? Decreta, proíbe, impõe…

Sucessivos governos ficaram irritados, o actual vai um pouco mais longe, esquecendo que votar é um direito mas nunca uma obrigação. Em países desenvolvidos os cidadãos até votam durante a semana, ao passo que na choldra querem proibir jogos de futebol para obrigar o povo a ir votar. Está bom de ver que a Liberdade é algo que a corja despreza…

Raquel fantasyland

Desvaloriza a iniciativa privada, culpa o capitalismo pelos males da sociedade. Para a doutora Raquel, óptimo seria viverem todos à custa do Estado. Esquece contudo que essa experiência já foi tentada, gerou apenas miséria e provocou milhões de mortos. Uma tragédia se exceptuarmos os camaradas dirigentes que tinham a árdua tarefa de conduzir as massas…

Notícias do paraíso socialista

Inflação controlada por Decreto!

A Geringonça acabou

Entrevista de Mariana Mortágua ao DN:

(DN)Concorda com a recomendação da CIG para a retirada dos materiais, que a Porto Editora acatou?

  • Lá está: lamento que isto tenha de ser uma polémica. Se a CIG existe tem de ter um papel activo. E acho que cumpriu o seu papel: identificou material educativo com elementos sexistas e recomendou que fosse retirado. Para que crianças de quatro anos não fossem expostas a um material que achamos que não cumpre os critérios.

(DN)Bom, sexista pode-se ser.

  • Não vou prender ninguém por ser sexista, tem-se a liberdade de o ser. Mas há uma diferença entre a liberdade de ser e a de exercer.

Foi bom enquanto durou, mas a Geringonça acaba aqui. Na fronteira da Liberdade.