Zuckerberg no Parlamento Europeu

Zuckerberg no Parlamento Europeu hoje das 17:20 às 18:30h (hora em Portugal), para ver e ouvir aqui:

#Livestream: https://www.facebook.com/greensefa
ou no webstream do Parlamento Europeu:
http://www.europarl.europa.eu/ep-live/de/other-events/video?event=20180522-1820-SPECIAL-UNKN

Comments

  1. Luís Lavoura says:

    Qual o interesse de ouvir o puto?
    O Facebook não é um serviço público essencial. Quem não gostar do Facebook (é o meu caso), que não o use.

    • Ana Moreno says:

      Oi Luís Lavoura, nunca usei FB e faço questão de nunca vir a usar. Mas ficámos a saber que isso não é relevante, os dados dos não-facebuqueanos são igualmente armazenados. Queiramos ou não, é um monopólio com mais de dois mil milhões de utilizadores, receitas de mais de 4 mil milhões de dólares por trimestre, capaz de produzir manipulações de resultados eleitorais. Se isto não tem interesse, o Luís Lavoura deve viver numa conchinha de caracol. Estranho que possa aceder ao Aventar 🙂

      • Luís Lavoura says:

        O Facebook não manipula resultados eleitorais. O Facebook serve para espalhar notícias falsas, que também podem ser espalhadas de outras formas, e nas quais só acredita quem quer. O Facebook é um instrumento nas mãos de quem o utiliza. Serve para criar identidades falsas, mas isso qualquer coisa na Internet serve. Em suma, aquilo que está mal no Facebook é aquilo que está mal na internet em geral: serve para identidades falsas espalharem notícias falsas e opiniões falsas. Se não houvesse Facebook poderia ser feito na mesma, talvez um pouco menos eficazmente.

      • Luís Lavoura says:

        O Facebook não é um monopólio. Ou antes, é um monopólio gerado pelos próprios utilizadores. Nos primórdios havia muitas outras redes sociais mas, por um efeito de aglutinação, toda a gente tendeu a ir para o Facebook, porque há vantagens em estarmos todos na mesma rede. Foram os utilizadores quem escolheu irem todos para o Facebook, não foi o Facebook que fosse à partida um monopólio.

  2. Regina Afonso says:

    O Luis Lavoura, isto é de morrer a rir.
    O Zuckerberg como qualquer multinacional, ao chegar ao “topo”, deixa imediatamente de ser Capitalista ( não é preciso sequer ser inteligente para perceber isto , basta ser bom observador).
    E porque deixa de ser ser capitalista ?
    Porque isso dá muito trabalho. Não é fácil ser inovador o tempo todo. Ser Very Big tira-lhe muitas das características que a fizeram muito grande.
    Ao tornar-se anticapitalista a grande multinacional pretende proteger-se dos pequenos competidores que estão a tentar entrar.
    Ora uma empresa como a de Zuckerberg que adquiriu muito poder mediático pode competir com o poder político, logo pode negociar com esse mesmo poder político, formas de se proteger da concorrência diária que está sempre à espreita. O poder político por sua vez tem uma boa oportunidade de enviar “uma mensagem” poderosa aos “súbditos” que é :

    “Vem que nós até metemos este Capitalistas na Ordem”

    O resultado deste romance é o habitual:

    A multinacional finge que aceita o poder político, O poder político “mostra” a sua “força”, vai criar regulamentações que vão permitir ao Zuckerberg manter-se mais uns tempos protegido da concorrência e o “votante” (perdão – o cidadão ) , contente, vai ser mais uma vez ser depenado.

    Regina Afonso

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