Gandas Lojas…

No contexto do debate sobre a legalização da eutanásia,

O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa recebeu, em audiência no Palácio de Belém, Júlio Meirinhos, Grão-Mestre da Grande Loja Legal de Portugal / Grande Loja Regular de Portugal (GLLP/GLRP) e Isabel Corker, Grã-Mestre da Grande Loja Feminina de Portugal.

“Grande Loja Feminina de Portugal”??? … Nossa!!! a quantidade de mundos importantes que para aí há sem que uma pessoa se dê conta! “Grande Loja Feminina de Portugal” soa-me… sei lá, a …. saldos? Crónica feminina? Mas não pode ser, pois se foram a audiência presidencial…

Fui ver. A ilustre Grã-Mestre Isabel Maria Corker, ostentando subtis sinais que de certo logram ser interpretados pelo grupo-alvo a que se destinarão, explica: [Read more…]

Gaianima: queixa fora de prazo determina absolvição

Segundo dá conta o Jornal de Notícias, na sua edição impressa de 26 de Maio de 2018, a absolvição dos arguidos do caso Gaianima (Vila Nova de Gaia) da acusação do crime de infidelidade, deveu-se ao facto de o actual presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, ter exercido o “direito de queixa” fora do prazo legal. É, realmente, muito azar.

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A eutanásia e a posição do PCP

Como era de prever, a questão da eutanásia e a posição do PCP sobre o tema – sustentada, goste-se ou não, concorde-se ou não, por textos sobre a matéria que não são de ontem – provocou uma resposta que inibe aqui, imediatamente, qualquer discussão séria. A grosseria campeia – não me refiro à posições discordantes, mas ao modo como muitas delas são expostas – e a alergia à complexidade leva muitos às velhas tretas, entre as quais o argumento, vazio e de uso detestável seja qual for a origem partidária do emissor, de que o partido tal e tal vai votar com a direita – até com o CDS, valham-nos os céus! Como se o fundamento das posições fosse o mesmo, como se isso representasse uma qualquer identificação política, como se não fosse necessário fazer uma análise interna das posições para lhes julgar o valor e o significado. Quem tem pensamento fundamentado sobre o tema acaba por recuar e multiplica-se o argumento da autoridade, entre outras falácias de uso expedito. Só resta o silêncio neste forum e o debate noutros onde o diálogo se faça olhos nos olhos ou em escrita articulada e argumentos procedentes. E com tudo isto, os próprios textos dos projectos-lei em discussão – onde se encontram interpelações importantes e matéria de debate bem interessante – naufragam nesta cacofonia que se produz mais em redor que no centro das questões decisivas. É pena