Tiago Brandão e a testosterona

Irritado com as reivindicações dos professores, o ministro da Educação ameaçou que, caso os docentes continuem a insistir na recuperação integral do tempo de serviço (repito: tempo de serviço e não reposição do dinheiro roubado), não terão direito sequer aos dois anos e picos oferecidos pelo Ministério.

Seria de estranhar uma atitude destas num ministro que se diz tão amigo dos professores, e que até consegue estar em festas em que estejam dois, mas ocupar um cargo e exercê-lo são coisas diferentes, do mesmo modo que das palavras à mentira vai um fonema de distância.

Fontes próximas do ministro garantiram que se tratou de uma descarga de testosterona do jovem político, desafiado pelos assessores a assumir uma posição um pouco mais máscula, na senda dessa referência do marialvismo que é Maria de Lurdes Rodrigues.

Comments

  1. Bento Caeiro says:

    Ó TEMPO VOLTA PARA TRÁS

    Sinceramente, começo a ficar muito preocupado com a atitude do stor Nabais.
    De uma forma geral, as pessoas fazem tudo para parecer mais novas. Veja-se o caso das mulheres – mesmo as do bando feminista da confraria do politicamente correcto – são campeãs em tentar esconder os anos (nem os estucadores conseguem fazer melhor). Contudo o stor está muito zangado porque, segundo parece, um tal ministro, que gere a sua quinta, se recusa a dar-lhe os anos a que se acha com direito. Bolas, que tão boas intenções do sr. ministro não merecia tal trato por parte do stor Nabais? E, logo, uma década?
    Mas, conforme diz um ditado popularucho: para tudo há solução, menos para a morte. Segundo consta, lá para as nascentes de águas nas Furnas, onde nascem águas para todos os males e fins, seria bom de averiguar se, entre elas, não haverá uma fonte da vida que, mesmo o ministro dando os tais anos que o stor quer – por isso “envelhando” – bebendo esse sacro líquido o pudesse manter jovem, como o ministro deseja.
    Estão-me aqui ao lado a dizer que afinal não é só ao stor Nabais que o ministro pretende remoçar, mas a todos que estão nas mesmas condições.
    Alma grande, a desse ministro! Julgará ele que remoçando os professores – não lhes dando os anos que eles querem – os tornará mais aptos a lidar com os moçoilos e com as moçoilas lá nas aulas? Talvez, quem sabe?! Mas eu, que sou do tempo em que era tudo corrido à chapada, reguada e sei – tenho a certeza – que a natureza humana, como a fábula do lacrau e da rã, se mudou, foi para pior, não acredito que assim seja. Até porque, agora, para além de arrear nos alunos, seria necessário também afincar uma boas reguadas nos pais que – sabe-se lá porquê – ainda estão piores que os seus rebentos.
    Parece que um dos seus chefes – nos cento e tal sindicatos que existem (sopram-me ao ouvido que são muitos mas, ainda, não são tantos. Respondo: não faz mal, estou só a indicar o destino, que será um professor um sindicato. Lembram-se, aqui ao lado, que isso foi lema para o direito de voto. Respondo: deixa estar se serviu para isso e teve sucesso, pode ser que aqui também tenha), parece, dizia eu, que aquele dirigente propôs greve aos exames dos moçoilos.
    Não façam isso – coitados dos paizinhos! Então aquela gente, que até já se endividou até às orelhas para ir de férias, com o carro que comprou com novo empréstimo – a juntar aos oito que já tinha -, vai, agora, de férias sem saber as notas dos seus rebentos? Não se faz.

    • Mónica says:

      Para tudo há solução? Não. Para o Bento, não.

      • Bento Caeiro says:

        É, mesmo, Mónica. Caso perdido, felizmente, para causas assentes na defesa e aquisição de direitos, que não assentem no desempenho e no reconhecimento do mérito das pessoas – como é o caso dos pagamentos pelo simples estar num determinado posto de trabalho, em certo lugar,

        • Mónica says:

          Lá saberá o que é isso de estar apenas num posto de trabalho. Freud explica bem essa sua transferência para os outros daquilo que efectivamente o Bento é.

        • António Fernando Nabais says:

          O Bentinho é outro macho ,como Maria de Lurdes Rodrigues – o excesso de testosterona impede-o de raciocinar.

          • Bento Caeiro says:

            Para a turma da Mónica.
            Mónica, só fala assim, como é óbvio, porque não me conhece. Caso não fosse assim, e tivesse trabalhado comigo, sendo competente e empenhada, certamente hoje ficar-me-ia reconhecida; não o sendo, certamente, pelo que lhe teria acontecido, ainda diria mais mal de mim ou nem me falaria.
            Porque julga que eu defendo que o empenho e o desempenho devem ser premiados e que terão de existir sistemas que o permitam; não essa coisa igualitária da antiguidade, como forma de compensação para ordenados insuficientes.
            Mas, como costumo dizer, cada qual sabe de si e, para muita gente – os sindicatos também pensam assim – esta é a melhor forma, porque, de contrário, não levariam nada.
            Isto também serve aí para o outro menino da sua turma, o Cebolinha Nabais.

          • Mónica says:

            Bem me parecia que o Bentinho era mais ali para os lados de Vera Cruz. Que bom a turma da Mônica! Adoro! Sobretudo o Chico Bento! Ah ah ah ah ah ah


    • Aprovo a sua análise, Bento Caeeiro um pouco cínica mas contendo uma opinião semelhante á minha no essencial.

      .sendo os professores funcionários públicos, será que se julgam diferentes nas reivindicações que afinal detêm em comum com a classe a que pertencem ?
      Se já foram negadas aos funcionários públicos em geral essas reivindicações, porque é que para os professores há-de ser diferente? ….. que até usufruem de melhores condições de férias podendo ser considerado um privilégio ?

      …Volta, Maria de Lurdes Rodrigues !!

      • Mónica says:

        Uma provocadora nada mais esta senhora Isabela, mas já agora fique a saber que precisamente aos outros funcionários públicos o tempo está a ser contabilizado. Percebeu agora? Olhe já conheceu o Bento Caeiro??? Acho que fariam um belo par!

    • Nascimento says:

      ó Bento meu filho da p. quando te referes “ás mulheres que fazem tudo” referes- te à tua mãe? Deve de ser. Não é ? e já agora meu merdoso, estucado devias ser tu mas era na boca, e se sobrar no olho do cu. Escarro de merda.

      • Bento Caeiro says:

        História de um Nascimento
        Não, não foi num palheiro, foi numa barraca infestada de ratos.
        Provavelmente, este nascido foi tirado a ferros do sítio onde, só por falha da abortadeira, se manteve.
        Mas coitado ou coitada – aqui não dá para saber se o nascimento é um ou uma, ou, tendo sido um, agora será uma – saiu com mazelas:
        Anteriores, de quando o quiseram despejar, qual habitante de zona antiga, antes mesmo de terminar o seu arrendamento de 9 meses;
        Recentes, de quando os ferros lhe esmagaram os poucos neurónios que ainda lhe restavam.
        Saiu, pois, essa coisa que, por deficiência – está desculpado – não sabe dizer mais nada que asneira. Coitado, mais valia o aborto ter resultado. Mas, ainda, há uma esperança para o seu caso. Pode ser que, para a próxima tentativa, a eutanásia seja aprovada e assim acabe esse seu sofrimento.

        • Nascimento says:

          Tenho pena de não te conhecer. Deves ser um bom filhop da p. Mas, és cobardolas. Se quiseres pede o meu IP . Está á vontade, adorava encontra-me contigo. Ou julgas que tenho medo de ti ? Escarro ” machão”! ADORAVA ESTUCAR-TE!
          Podes aparecer por Almada.
          Já é um sinalzinho que te dou meu bandalho.
          E, mais uma vez; donos do AVENTAR têm minha autorização para te darem o meu IP!
          Depois estou á tua disposição. Sempre.


  2. O resultado de por tudo e por nada recorrerem ao “congelamento” dá nisto! É esperar que o aquecimento global faça o seu trabalho…

    Agora a sério: ter uma entidade patronal déspota é tramado, além de dar muito mau exemplo ao patronato em geral – Quero, Posso e Mando!

Deixar uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.