Como é triste, a trincheira onde jazem os restos do passismo

Fotografia: Mário Cruz/Lusa@Renascença

Aparentemente, existem vários sociais-democratas incomodados com o facto de Rui Rio procurar entendimentos com António Costa, em áreas como os fundos comunitários, a descentralização ou a Saúde, acusando a nova liderança do PSD de se encostar em demasia ao governo. Para estes, a negociação política e a convergência, em áreas fundamentais para a sociedade portuguesa, são motivo de preocupação, pois, como todos sabemos, o apocalipse tende a dar o ar da sua graça quando os partidos políticos com assento parlamentar chegam a consensos. E viveram orgulhosamente sós para sempre!

Comments

  1. Ana A. says:

    Pela parte que me toca também não gosto, mesmo nada, dos encostos à Direita…

    • Rui Naldinho says:

      Completamente de acordo consigo, Ana A.
      Com os restos do Passismo posso eu bem. O que me irrita mesmo são os restos do Socratismo. (Eles “andem” aí!)


  2. já ninguém tem respeito por um catedrático, a Alta ainda vem abaixo com tal afronta no respeitinho tuga.

  3. Bento Caeiro says:

    É bom que sejam encontradas outras soluções que não aquela onde o PS está enredado, sujeito às frequentes chantagens por parte do PCP e do BE.
    Significa, para o PS, uma maior liberdade de acção, é positivo para o PSD, porque visto com interesse nacional – que não partidário ou sectorial – e para o País.
    Quanto a preocupações de alguns elementos do PSD, são, tal como as preocupações e lamentos do PCP e do BE, meramente de natureza partidária – como tal, não interessam ao País.

    • Paulo Marques says:

      “É bom que sejam encontradas outras soluções que não aquela onde o PS está enredado, sujeito às frequentes chantagens por parte do PCP e do BE.”

      Pois, mas o que eu ainda não percebi, é isso é o quê? Ando aqui em círculos a discutir consigo porque ainda não percebi qual é a mudança extraordinária que espera que mude o rumo do país. É enfiar a SS e a saúde em PPP e fundos especulativos? Aumentar a precariedade e os baixos salários para cortar o consumo e tentar manter o balanço comercial? Privatizar os transportes públicos? Qualquer coisa que não seja uma repetição de pior qualidade dos últimos 40 anos?

  4. Nascimento says:

    Olharapo, também fazes parte do grupo do Zé dos leitões, mais conhecido por O Sebo Assis,( cognome dado por ilustres elementos do seu partido,nestas bandas….)?
    Bem me parecia.Manganão rastejante….
    “Liberdade de acção”, hem? hahahahah…. ” Positivo para o País”,hem ? A sério, olharapo? Viu-se nestes últimos decénios, não foi? Um must. Foi o Bloco, ou o PCP, que criaram as maravilhosas Parcerias e Pactos de Regime que estamos a pagar -tu não, aposto – a Bancos, Auto-estradas, Hospitais EP, Energia/ Eólicas, a Empresas do Regime tipo Mota e Engil/Jorginho Coelho, adjudicações a ” lojas ” de advogados do Regime ( maçons ou opus dei ),etc, etc.É isso que
    ” INTERESSA AO PAÍS”! Não é? Vai ser Lindo, não vai? Inté parece que já os estou a vêr: PROGRAMA NACIONAL E PATRIÓTICO 20/20, 21/21,22/22,23/23,24/24, etc, etc .!!!
    És único, pá! És mesmo uma grande Merda!

  5. Bento Caeiro says:

    Como já havia dito, nascido em bairro de lata e no meio das ratazanas, não poderá ter outro tipo de discurso e linguagem, Contudo, está desculpado por isso: são os tais créditos que o bando do politicamente correcto se acha com direito.
    No entanto, como se costuma fazer com inúteis, sempre servem para alguma coisa. Neste caso, mesmo eu já havendo dito, serve para eu tornar a dizer – talvez de forma um pouco diferente: Portugal, assim como outros países já o fizeram, para ter um verdadeiro Estado Social precisa de se libertar de forças de natureza totalitária e de gente cuja aspiração é viver às custas do Estado. Temos assim neste panorama empresas, entidades e muitos sindicatos – cujo objectivo de acção é sacar ao Estado em detrimento e à custa do cidadão contribuinte. Estão nesta situação: empresas de parecerias PP, fundações de todo o género e para todos os fins, funcionalismo público e professores, com sistemas assentes em antiguidades, acirradamente defendidos pelos sindicatos controlados pelo PCP – os mesmos que quase mandam para o desemprego milhares de trabalhadores da Auto-Europa.
    Felizmente que as Nações e os Países estão a reagir às situações para onde os empurraram certas políticas nacionais e europeias, contudo não nos moldes que estas forças retrógradas, como são o PCP e BE, gostariam.
    Por isso, mais uma vez, lamentando – mas não lamentando mesmo nada, antes pelo contrário – tenho de o repetir: é necessário e urgente a colaboração entre forças democráticas para resolverem os problemas do País, sem os lamentos e a actuação prejudicial de forças, cuja principal função á parasitar, provocando apenas despesa ao Estado – obviamente, ao contribuinte e ao sector produtivo, que dá receita ao Estado.

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