O BPN (ainda) compensa

A Parvalorem é uma empresa pública, que gere os activos tóxicos resultantes da trafulhice levada a cabo por um grupo de cavaquistas criminosos, que destruíram o BPN e imputaram uma factura estratosférica aos contribuintes portugueses, sem que rigorosamente NADA do particularmente grave lhes tenha acontecido.

Em 2017, a Parvalorem pagou prémios de desempenho a altos quadros da empresa, grande parte dos quais provenientes da administração do BPN que destruiu o banco e asfixiou a economia portuguesa, num total de aproximadamente meio milhão de euros.

Os funcionários da Parvalorem que auferem salários mais baixos, como não poderia deixar de ser, foram excluídos deste gesto de generosidade publico-privado. Já António José Duarte, antigo assessor e braço direito de Oliveira e Costa, foi um dos felizes contemplados.

O dirigente máximo da Parvalorem chama-se Francisco Nogueira Leite, fez escola na JSD e esteve com Pedro Passos Coelho numa outra festa publico-privada, chamada Tecnoforma.

O que vale é que temos o Bruno de Carvalho para capturar toda a indignação deste país. Ou qualquer dia ainda nos indignamos a sério com a pulhice do sistema bancário e com a promiscuidade politica que gravita à sua volta. Mas para isso teríamos que deixar de ser cordeirinhos fofinhos, não era?

Comments

  1. alexandre barreira says:

    ….mas o “pinóquio”…..tem as costas largas……….!!!!!!!

  2. Rui Naldinho says:

    Aí se compensa! Estão todos bem na vida, depois de dez anos dez anos a serem julgados à trouxa moucha, fingindo que aquilo é a sério.
    Serão condenados um dia, quem sabe(?), já algaliados.


  3. Uma pessoa lê isto, vê onde esta tropa fandanga está e vai estando, vê as sondagens e os sucessivos resultados das várias eleições e pensa… o que é que se passa com o povo português?

  4. ZE LOPES says:

    Cá p’ra mim a Parvalorem devia mudar de nome para “Parvoslorem”. Em homenagem aos gestores da instituição.


  5. um prémio merecido para quem conseguiu por os portugueses a comer gelados com a testa, deu dinheiro a um algarvio que foi eleito por tantos beirões por saber tanto de economia mas não sabia nada de acções e que agora quer que os portugueses tenham mais filhos, quiçá para estes suportarem um futuro BPN cheio de boys que nos vão por os portugueses novamente a comer gelados com a testa, pois o respeitinho tem de ser alimentado

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