
Vladimir Trump
20/07/2018 by

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
Tenho seguido este tema e vejo nele, mais uma vez, a futebolização miserável desta sociedade. Os media e os comentadores, em geral, assumem a postura do comentador da bola ao atacarem Trump de todas as formas e feitios e menosprezando a visão de Putin.
É exactamente como quando a nossa equipa perde um jogo. Perdemos porque não jogamos nada, estivemos mal, não houve ideias, fomos incapazes.
Os comentadores e os jornalistas raramente falam do outro lado e das eventuais virtudes que ele possa ter tido na vitória alcançada.
Para as galinhas chocas dos comentadores e jornalistas, o que ressalta desta cimeira é que Trump é um traidor, um inconveniente e um personagem impreparado para as lides políticas. Um “desgraçadinho” às mãos de um “vampiro” de nome Putin, cuja única qualidade é ser um vampiro ditador …
Numa palavra, estão aziados, não pela realidade em si, mas pelo facto do “seu clube” ter sido derrotado.
E assim ficam mais leves, escamoteando a realidade que é, goste-se ou não de Putin, um dos políticos mais inteligentes e bem preparados da actualidade.
Vejo na televisão comentaristas “especializados nas virtudes americanas” a chorar baba e ranho pela humilhação a que Trump se submeteu. Os mesmos que se esquecem das “virtudes” da “democracia” que elegeu Trump.
Os comentadores e jornalistas são uma cambada de hipócritas, verdadeiros “cartilheiros” incapazes de olhar uma situação destas com seriedade. É vê-los na SIC. na TVI e “galinheiros” quejandos a destilar ódio e a ler a cartilha de Obama, com ar filosófico.
Pobre jornalismo.
Eu acho é que os comentadores deviam passar a comer mais. Porque muita da ideia que se passa de que o Trump foi humilhado no encontro com o homólogo russo é o facto do dito homólogo se mexer com genica e o outro não. A tal “linguagem corporal” o que quer que isso signifique.
Na qualidade de velha baleia terrestre é natural que o Trump se tivesse movido com mais lentidão. O que os senhores comentadores saberiam se passassem a comer como homens e não como passarinhos.
Outra, o homem foi humilhado porque o outro se atrasou e a criatura esperou por ele. Em boa educação, já ouviram falar? Ou um tipo de quem já dissemos o que o Maomé não disse do toucinho não deverá ser educado?
Bebam outro e apaguem a luz!
Compreendo o seu post.
Mas quem tem um discurso perante Putin e posteriormente dá o dito por não dito, não merece qualquer credibilidade.
Eu também sei que Trump não merece qualquer credibilidade, mas a postura de homem de estado não permite uma tão fácil mudança de opinião aquando das primeiras pressões jornalísticas.
Estes personagens têm que ter resiliência … e Trump, não passa de um balofo.
Trump disse que não havia manipulação na mesma entrevista em que Putin disse que sim (atirando os seus departamentos de segurança às malvas). Depois veio dizer que disse o contrário, para se desdizer outra vez no dia seguinte.