
Vladimir Trump
20/07/2018 by

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Tenho seguido este tema e vejo nele, mais uma vez, a futebolização miserável desta sociedade. Os media e os comentadores, em geral, assumem a postura do comentador da bola ao atacarem Trump de todas as formas e feitios e menosprezando a visão de Putin.
É exactamente como quando a nossa equipa perde um jogo. Perdemos porque não jogamos nada, estivemos mal, não houve ideias, fomos incapazes.
Os comentadores e os jornalistas raramente falam do outro lado e das eventuais virtudes que ele possa ter tido na vitória alcançada.
Para as galinhas chocas dos comentadores e jornalistas, o que ressalta desta cimeira é que Trump é um traidor, um inconveniente e um personagem impreparado para as lides políticas. Um “desgraçadinho” às mãos de um “vampiro” de nome Putin, cuja única qualidade é ser um vampiro ditador …
Numa palavra, estão aziados, não pela realidade em si, mas pelo facto do “seu clube” ter sido derrotado.
E assim ficam mais leves, escamoteando a realidade que é, goste-se ou não de Putin, um dos políticos mais inteligentes e bem preparados da actualidade.
Vejo na televisão comentaristas “especializados nas virtudes americanas” a chorar baba e ranho pela humilhação a que Trump se submeteu. Os mesmos que se esquecem das “virtudes” da “democracia” que elegeu Trump.
Os comentadores e jornalistas são uma cambada de hipócritas, verdadeiros “cartilheiros” incapazes de olhar uma situação destas com seriedade. É vê-los na SIC. na TVI e “galinheiros” quejandos a destilar ódio e a ler a cartilha de Obama, com ar filosófico.
Pobre jornalismo.
Eu acho é que os comentadores deviam passar a comer mais. Porque muita da ideia que se passa de que o Trump foi humilhado no encontro com o homólogo russo é o facto do dito homólogo se mexer com genica e o outro não. A tal “linguagem corporal” o que quer que isso signifique.
Na qualidade de velha baleia terrestre é natural que o Trump se tivesse movido com mais lentidão. O que os senhores comentadores saberiam se passassem a comer como homens e não como passarinhos.
Outra, o homem foi humilhado porque o outro se atrasou e a criatura esperou por ele. Em boa educação, já ouviram falar? Ou um tipo de quem já dissemos o que o Maomé não disse do toucinho não deverá ser educado?
Bebam outro e apaguem a luz!
Compreendo o seu post.
Mas quem tem um discurso perante Putin e posteriormente dá o dito por não dito, não merece qualquer credibilidade.
Eu também sei que Trump não merece qualquer credibilidade, mas a postura de homem de estado não permite uma tão fácil mudança de opinião aquando das primeiras pressões jornalísticas.
Estes personagens têm que ter resiliência … e Trump, não passa de um balofo.
Trump disse que não havia manipulação na mesma entrevista em que Putin disse que sim (atirando os seus departamentos de segurança às malvas). Depois veio dizer que disse o contrário, para se desdizer outra vez no dia seguinte.