
O Brasil merecia melhor…
30/09/2018 by

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
Que raio de comparação!
A SIDA é uma doença crónica.
Um cancro terminal mata o doente em duas semanas!
Como é lógico eu prefiro o candidato “cancro terminal”.
O governo “SIDA” pode durar mais que a ditadura do Alberto João.
Concordo que Vargas Llosa poderia ter escolhido melhor comparação. Dei destaque porque de facto com as posições extremadas, os próximos anos no Brasil não auguram nada de bom… (ainda tenho esperança que um 3º candidato passe à 2ª volta.)
Será mais realista esperar que um 4º candidato passe à 3ª volta…
Um aparte, mas quem tenha muito dinheiro para tratamentos recentes pode viver anos com cancro terminal ou sem reprodução do vírus da SIDA.
Podia ser muito melhor, pessoas sérias e competentes como: Passos Coelho, Salvini, Trump, Marcron, Merkel, Kurz, Órban, Turnbull, May, Rajoy…
Há dias Bolsonaro, para mostrar erudição, e respoder aos que acusam de falta de cultura, resolveu num comício reproduzir o célebre Grito do Ipiranga: “independência ou morte!”.
Resposta dos apoiantes: “Morte! Morte!!!!!”
A propósito: este Llosa é “liberal”, não é? Até escreve muita coisa liberteira, sobre o Estado, o capitalismo, e tal. Acho que ouvi dizer qualquer coisa…
E depois? Nada! Apreciei a forma elegante como malha na liberdade dos outros!