127 anos de Tradição Tripeira!

O Futebol Clube do Porto é tão importante, que hoje, dia do seu 127º aniversário, é feriado na República Checa.

Parabéns a todos aqueles que todos os dias fazem do FC Porto o Clube que amamos.

Pela Cidade, pelo Clube, por nós:

Viva o Futebol Clube do Porto!

Comments

  1. Filipe Bastos says:

    Tocante, Francisco, tocante.

    Deve ser agradável ser carneiro futeboleiro: sentirmo-nos parte de algo; encontrarmos afinidade, lealdade, até uma identidade; poder cantar essa paixão que o deixa tão feliz; celebrar as vitórias do seu clube como se fossem suas.

    Claro que as vitórias não são suas: quem ganha os jogos e os milhões são os broncos tatuados que v. venera. Mas v. sabe disso.

    Juntar-lhe o bairrismo parolo do Porto é ouro sobre azul, e que azul – décadas de sucessos e muita trash talk anti-Lisboa. Nisso a bola é como a pulhítica: os adeptos querem que a sua equipa ganhe; mas querem sobretudo que os adversários percam.

    Há, enfim, um lado menos festivo. Além do maniqueísmo típico da bola, a carneirada ganha uma tolerância adicional à corrupção. No seu caso, a décadas de putas e frutas do Pintinho Mafioso, de roubo e impunidade. Será de admirar que o país esteja como está?

    Feliz aniversário, Francisco.

    • antero seguro says:

      Apesar das tais putas e da fruta, honra-lhe lhe seja feita. No carro de Pinto da Costa nunca foi encontrada droga. Já sabemos que aí por Lisboa, os negócios são bem mais sérios e perigosos.

      • Filipe Bastos says:

        No carro? É provável que não: tem quem lhe trate disso.

        Negócios sérios e perigosos… como um gangue de macacos criminosos às ordens do mafioso mais mete-nojo do país? E com a nojeira que há por Lisboa, futeboleira e pulhítica, olhe que meter mais nojo é um feito…

        Impressionante como há quem tente defender e branquear o velho porco. Impressionante e deprimente.

    • Paulo Marques says:

      Não, felicidade é dizer mal de tudo porque só nós é que somos bons, é uma chatice que ninguém o reconheça.

      • Filipe Bastos says:

        Julga então que me acho o maior? Pelo contrário: tenho imensos defeitos, cada um pior que o outro.

        Mas nenhum deles é ser um cacique futeboleiro mafioso; nem um carneiro da bola; nem lamber o cu a caciques e broncos mamões.

        É isso que o incomoda, Paulo? Às vezes sente um mau gosto na boca?

        • Paulo Marques says:

          Não, é não o ver dizer bem de nada, como quem espera um regime perfeito sem corrupção apolítico sem precisar de votar em ninguém. Infelizmente, falta muito até lá.

          • Filipe Bastos says:

            Sempre me repugnou a facilidade, até normalidade com que encaramos a trafulhice e a corrupção.

            O tuga que, ao ver na TV o Relvas ou o 44, diz alto “este é qué esperto! eu fazia o mesmo! quem é que não fazia! olha olha!”. O que estaciona em 2ª fila em todo o lado, “é só um bocadinho”. O que mete a cunha na repartição. O que resolve tudo com almoçaradas, subentendidos e palmadinhas nas costas. O que acha que “vergonha não é roubar, é ser apanhado”.

            Claro que a política não é a única culpada, e claro que esta pulhice não é exclusiva de Portugal. Mas isso não é desculpa para a tolerarmos; e não concordo que os políticos são o espelho do povo que temos.

            Os nossos políticos são o espelho do pior de nós. São a escória, a escumalha. E o exemplo vem de cima, não de baixo. Com este exemplo, com este esgoto pulhítico que controla o Estado, o dinheiro, as leis, quase tudo, como havemos de melhorar?

          • Paulo Marques says:

            Mobilizando-se, ou ao menos, não se queixando de quem ainda pode, até já ninguém poder por deixar de comer.
            Ou então deixando quanto pior, melhor, até à revolução, nunca se sabe; o clima é que não espera, mas pronto.

  2. Rui Naldinho says:

    Ai Boémia, Boémia …!
    Anda um pai a criar um filho, para ele ir à República Checa, agora chamam-lhe Chéquia; que nome horrível; festejar os 127 anos do FêCPê.
    Em vez de Super Bock, vamos ter muita “1795”, ou coisa parecida.


  3. Baboseira típica de Andrades!

    • POIS! says:

      Pois lá está!

      JgMenos não gosta de baboseiras. Nada de desperdício, que os tempos não estão para isso!


  4. Os 127 anos devem ser do grupo excursionista e piqueniqueiro, até nisso conseguem ser trafulhas.

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