CDS/PP, passado, presente e futuro

O CDS/PP, partido fundador da democracia em Portugal, nunca teve vida fácil, mas já conheceu melhores dias. Fundado por Freitas do Amaral e Amaro da Costa, pretendeu posicionar-se rigorosamente ao centro, nas palavras dos fundadores, primeiro equívoco, no período pós-revolucionário, o país estava completamente inclinado à esquerda e não existindo opção política à direita, acabou estigmatizado, permitindo uma colagem excessiva à extrema-direita, saudosista do Estado Novo, quiçá injusto para quem estava alicerçado na democracia-cristã, mas foi assim que aconteceu.

Contudo o partido cresceu, integrou governos, primeiro em surpreendente coligação com o PS e posteriormente em diversas ocasiões, com o PPD/PSD. Umas vezes foi conservador, outras liberal, já conseguiu bons resultados eleitorais e outros menos bons, como é próprio das democracias.
Os ventos não sopram favoravelmente aos partidos catch-all, se o CDS/PP opta por abraçar o liberalismo, deixa espaço para outros representarem os conservadores, ou vice-versa. Um liberal não se revê na posição do partido na questão da eutanásia e poderia dar outros exemplos, como por exemplo a despenalização das drogas.
Quando deixei de votar no PPD/PSD, passei a votar CDS/PP, acabando por me sentir defraudado no voto, assistindo ao desempenho do papel secundário em governos sociais-democratas e acabei por me tornar abstencionista, até que passei a votar na IL e não tenciono regressar ao voto em qualquer dos partidos em que anteriormente votei.
O futuro do CDS/PP em minha opinião e oxalá que tenha futuro, desejo-lhes sucesso na tarefa, será travar o crescimento à sua direita, estancando a hemorragia do eleitorado conservador em direcção ao Chega. Não o conseguirão ziguezagueando entre conservadorismo e liberalismo, esse tempo já lá vai…

Comments

  1. Paulo Marques says:

    Ah, sim, essa base de centrismo liberal que sempre foi a cristandade: quem paga as obras na igreja, faz o que entende. Finalmente percebi a ligação, obrigado Almeida.

    • abaixoapadralhada says:

      Paulo Marques

      “Finalmente percebi a ligação, obrigado Almeida.”

      Só agora ?

      O Almeida anda a gritar isso há imenso tempo!

      Mas agora devo reconhecer que foi claro como agua.

      “acabei por me tornar abstencionista, até que passei a votar na IL”

      Como não podia votar no partido do Marcelo I, extinto com o 25/4/1974, abstinha-se ou votava na IL, partido com 200 anos de ideologia e que agora seria a vergonha do grande liberal que foi Alexandre Herculano

      • JgMenos says:

        Debaixodassaias, para ti liberalismo há um só e tem 200 anos!

        A única coisa que não muda é o socialismo, homem, doutrina de cretinos para cretinos de qualquer tempo e lugar!

      • Paulo Marques says:

        Referia-me à denominação de “democracia cristã”. Faz todo o sentido como continuação do que veio antes.

  2. Rui Naldinho says:

    Um dos grandes problemas do CDS foi o de ter sido muito pouco diferente do PSD. Umas pequenas “nuances” face ao PSD da época, nem por isso lhe retiraram o apetite pelo poder, não se inibindo de aceitar uma coligação com o PS.
    É verdade que numa primeira fase, o PSD por instinto de sobrevivência encostou-se à esquerda, de tal modo que por vezes conseguia ser mais “papista que o papa”, considerando-se Mário Soares, o papa.
    O CDS muito ligado ao Norte litoral e rural, de Braga a Aveiro, conservador, católico, meio seminarista até, tinha no mundo provinciano o seu núcleo duro, para além duma residual representação eleitoral em Lisboa e Porto, face ao poder do PS e PSD.
    As elites urbanas sempre foram mais liberais e cosmopolitas do que as da província. Do divórcio ao aborto, sempre tiveram uma abordagem mais pragmática e menos beata. Por esse facto o CDS tinha muito mais peso fora das grandes cidades, com excepção talvez, de Braga e Aveiro.
    Esse tempo acabou. E não foi agora. Já lá vai mais de uma década. O Paulinho das Feiras, com os seus pregões e palpites sonoros foi conseguindo colar alguns cacos neste partido, com a treta do partido do “contribuinte”, das “famílias”, enfim, aquilo que em determinado momento lhe vinha à cabeça. Um partido cuja velha guarda se espalhou pelo ao longo das três décadas anteriores pelo Centrão, tais como Freitas do Amaral, Rui Pena, Basílio Horta, Luís Barbosa entre outros, paro o PS, Lucas Pires, Viera de Carvalho, Paulo Rangel, etc…, para o PSD.
    Em pleno 2020 tudo isso mudou. A globalização para o bem e para o mal faz o seu percurso, por vezes destruidor, deixando na Europa e nos EUA um rasto de desempregados, excluídos, ressabiados, ressentidos, onde já não cabem muitas das ideias defendidas pelo CDS, deixando aos Venturas desta vida, esse desiderato.
    Só um milagre safará o CDS. E queiram ou não, mesmo o PSD para sobreviver no Poder vai ter de contar com o Chega, muito por culpa própria.
    Gostaram tanto da Troica que acabaram reféns dela.

  3. POIS! says:

    Pois gostei muito.

    Mas ficava melhor se a cena fosse acompanhada por violinos a tocarem suavemente, acompanhando uma melodia maviosa, assim a lembrar passarinhos a acasalar na Primavera, interpretada ao piano pelo Richard Clayderman.

    Quando entrasse em cena a Venturosa Legião passava repentinamente para Marilyn Manson, voltando os violinos com as palavras THE END sobre dois corações a pingar, simbolizando o conservadorismo e o liberalismo.

    Três óscares garantidos, aposto! Desta vez o Scorcese ficava a chuchar no dedo!

  4. Filipe Bastos says:

    Ah, o CDS: o partido ‘de protesto’ das beatas e dos betinhos.

    Sabem que na melhor das hipóteses enchem um utilitário e servem de muleta / capacho à Laranja Podre; mas persistem, como adeptos do Belenenses, nos seus sapatos de vela e roupinhas Lacoste.

    Lembra-me sempre os anúncios do BES. Num deles, pai e filho iam a caminhar num prado. Parecem acabados de sair de um catálogo da La Redoute. O pai de cabelo branco (nunca são carecas), sábio, não demasiado velho; o filho jovem, mas com o ar atinado de quem evita o sal, vai à missa e já desconta para o PPR.

    O filho vai comprar uma casa. A casa é cara. O pai, preocupado: já falaste com o teu banco? O filho: não – falei com o teu! Os dois sorriem. O banco do pai é o BES, claro. A vida sorri com eles.

    Eis os eleitores do CDS. Betinhos e seus papás bem na vida, que têm pesadelos com comunas, PRECs, reformas agrárias e, deusnoslivre, essa palavra horrível – redistribuição. Cada um tem o que merece, e eles merecem tudo o que têm. Sempre.

    A D. Portas, o pulhítico mais sagaz desta partidocracia – sim, mais que o Bosta – levou-os ao poleiro. Mas veio a Gerimbosta, e lá foi a D. Portas mamar na Mota Engil e noutras tetas.

    Após a dócil Cristas, eis o Chicão, talvez o mais absurdo líder em anos, o que é obra. E agora, António? A IL? Também defende a mama e o privilégio, sim… mas também não enche um Smart, quanto mais um Clio, e falta-lhe aquele toque beato do CDS. Sabe, aquela hipocrisia de católico cínico e egoísta?

    • luis barreiro says:

      Essa descrição até posso concordar saindo de quem só vive e conhece Lisboa, na província onde vivi, o cds era 90% pequenos proprietários agrícolas que viviam com medo que lhes tomassem as propriedades.

  5. JgMenos says:

    «permitindo uma colagem excessiva à extrema-direita, saudosista do Estado Novo»

    Este país, em termos de cultura política, é um couto de cretinos.
    Mais de 46 anos depois que uma golpada militar se transformou numa palhaçada esquerdalha, gente que se tem por razoável continua com um léxico parido nesse circo ideológico que é genéricamente identificado como o ’25 de Abril’.

    Pressuponhamos que o país é institucionalmente democrático, ainda que sendo uma choldra em funcionamento.
    Admitamos que a Direita, o pantanoso Centro e a Esquerda podem ser Democráticas.

    Podem a Extrema-direita e a Extrema-esquerda serem democráticas?
    Porque não há cretino que deixe de induzir que a extrema-direita nunca o é, sempre a aproximam a regimes não democráticos como o fascismo ou o Estado-Novo e SEMPRE se calam quanto à extrema-esquerda, da qual nunca se viu um exemplo de funcionamento em democracia e que a toda a hora invocam inspiração em verdadeiras ditaduras assassinas e torcionárias.

    Pois sempre votei CDS, mas passarei a votar em que melhor me garanta valores que eu vi assumidos e defendidos no Estado Novo e que vejo agora esmagados por uma ralé sem vergonha e sem respeito por valores que então sempre vi defendidos.

    Ainda agora vão pôr 15 milhões para lutar contra o racismo, este bando de chulos!

    • Filipe Bastos says:

      …este bando de chulos!

      Assim é que se fala, Jg, e tem certa razão quanto à dualidade de critérios extrema-esquerda / extrema-direita.

      Há de facto uma distinção, discutível, claro: o comunismo tinha pelo menos um propósito nobre; o fascismo e nazismo nem isso. A esquerda ditatorial ilude as pessoas; a direita nem isso, todo o seu objectivo, claro e aberto, é discriminação e desigualdade.

      Quanto ao Estado Novo, a bandalheira podia ser menor – não é difícil – mas a miséria e a hipocrisia duma ditadura saloia, beata, pobrezinha e comezinha só trazem saudades à minoria que estava do lado certo. A larga maioria não estava.

      • JgMenos says:

        Outra vítima do léxico esquerdalho!

        Fascismo e nazismo nada de substancial têm em comum.
        O Nazismo tem um radical racista, de superioridade rácica, que nunca foi invocado pelo fascismo.
        Só se aproximam no papel totalitário do Estado, no que se igualam ao comunismo.

        Do fascismo o Estado Novo só herdou o corporativismo para o qual podemos ir buscar raízes bem mais antigas à Idade Média; a isso acresça-se que era um Estado autoritário, não democrático, anticomunista, mas definia-se como não totalitário. E da esquerdalhada tinha a defender um Ultramar, povoado com milhões de gente que protegia e promovia, e que bem se viu a que os destinava essa cambada de imbecis.

        A igualdade, para além da igualdade perante a lei, é outra cretinice esquerdalha.
        A desigualdade é tão só inevitável e desejável.
        Era o que mais faltava, que o Estado tivesse que investir num estúpido para fazer dele doutor, só porque o tipo tinha essa ambição – e é nesses termos idiotas que a esquerdalhada põe a questão: o tadinho tinha a necessidade de ser doutor!!!!

        A igualdade é a palavra -chave para despertar a vontade de saque, mola essencial ao sentimento de esquerda. O resto é treta.

        • POIS! says:

          Pois vejamos:

          “O Estado assegura a constituição e defesa da família, como fonte de conservação e desenvolvimento DA RAÇA, como base primária da educação, da disciplina e harmonia social, e como fundamento de toda a ordem política pela sua agregação e representação na freguesia e município”.

          Constituição de 1933, artigo 11º

          “O Estado somente pode compelir os indígenas ao trabalho em obras públicas de interesse geral da comunidade, em ocupações cujos resultados lhes pertençam, em execução de decisões judiciárias de caráter penal, ou para cumprimento de obrigações fiscais”.

          Ato Colonial, artigo 21º

          Como se vê, lá pelas áfricas era tudo uma maravilha. E a lei aplicava-se a todos, que o diga JgMenos, que teve de andar de picareta na mão durante duas semanas por se ter esquecido de pagar a licença de isqueiro.

        • Paulo Marques says:

          Portanto, o estado novo promovia aquilo que a esquerdalha não tem nada que promover.
          Depois ainda diz que não tinha nada a ver com proteger as famílias certas das etnias certo. Certo, certo.

    • abaixoapadralhada says:

      Menos

      “«permitindo uma colagem excessiva à extrema-direita, saudosista do Estado Novo»”

      Cheirou-te a “Estado Novo” e Sa Lazarento como ainda és, saíste logo do buraco saudosista onde caíste.

      • JgMenos says:

        Tens toda a razão, tenho muitas saudade do tempo em que ser ministro não era ser suspeito de andar a fazer favores e a meter dinheiro ao bolso.

        • Democrata_Cristão says:

          Deves ser da “geração rasca” que ouviu contar.
          A realidade era bem diferente e tu sabes bem, mas para alem de facho, és desonesto

        • Paulo Marques says:

          Nem andar nas costureiras a meio da noite, pois, pois. Tudo santos, desde que não faltasse o lápis azul.

    • POIS! says:

      Pois estou siderado, palavrinhadhonra que estou!

      JgMenos confessa a sua profunda vocação salazaresca.

      Ninguém estava à espera de sequer esperar uma coisa destas! Foi uma surpresa que nos surpreendeu de forma deveras surpreendente!

      De qualquer modo temos de reconhecer que é sempre comovente assistir a uma saída do armário. Foi lindo. Não se conhece ainda é o papel dos dois marinheiros que o acompanhavam nesse momento.

    • abaixoapadralhada says:

      JGMenos

      “Mais de 46 anos depois que uma golpada militar se transformou numa palhaçada esquerdalha, gente que se tem por razoável continua com um léxico parido nesse circo ideológico que é genéricamente identificado como o ’25 de Abril’.

      O inspector Sacheti da PIDE, se fosse vivo, não diria melhor

      Mas depois de tanto tempo, ainda não percebeste nada das raízes do 25 de Abril,

      Na altura felizmente,os teus confrades do Estado Novo, também andavam todos distraídos. Ainda bem

      • JgMenos says:

        És um ignorante.
        Ninguém andava distraído.
        Havia era uma cambada de cretinos agarrados a um catecismo de um tempo passado, tal como hoje, cretinos como tu, ainda estão agarrados ao catecismo do 25A esquerdalho.

        • POIS! says:

          Pois era!

          E entre os tais cretinos estava V. Exa. antes de, Venturosamente, ter finalmente saído do armário.

          • abaixoapadralhada says:

            Se te sabe bem, chamar de ignorante a quem não conheces, fica com a tua arrogância cerôdia.
            Mas com tantos Pides e legionários a ouvir as conversas, só mesmo incompetentes e distraídos, não iriam perceber o que se preparava.

          • abaixoapadralhada says:

            Pois

            Esta resposta é evidentemente para o Pide. Mal colocada, peço desculpa.

          • abaixoapadralhada says:

            JGMenos

            “Havia era uma cambada de cretinos agarrados a um catecismo de um tempo passado”

            Ficamos todos muito satisfeitos, por o Menos ser um facho progressista e moderno

            Salazar estava ultrapassado, queres tu dizer.
            Marcelo igualmente ultrapassado.

            Mas os interesses que defendiam, foram assumidos depois do 25 de Abril, pelo partido do Marcelo Caetano, vulgo o PPD. depois de devidamente recauchutado,
            Depois ao longo do tempo igualmente recauchutado como Partido Social Democrata , para estar dentro da moda.

            Tantas recauchutagens fizeram que agora aparece um neonazi a ocupar esse espaço politico. Para tu apoiares o Aventuras, ele deve ser um facho “progressista”,como tu dizes sonhar há 50 anos.

        • abaixoapadralhada says:

          JGMenos

          “Havia era uma cambada de cretinos agarrados a um catecismo de um tempo passado”

          Ficamos todos muito satisfeitos, por o Menos ser um facho progressista e moderno

          Salazar estava ultrapassado, queres tu dizer.
          Marcelo igualmente ultrapassado.

          Mas os interesses que defendiam, foram assumidos depois do 25 de Abril, pelo partido do Marcelo Caetano, vulgo o PPD. depois de devidamente recauchutado,
          Depois ao longo do tempo igualmente recauchutado como Partido Social Democrata , para estar dentro da moda.

          Tantas recauchutagens fizeram que agora aparece um neonazi a ocupar esse espaço politico. Para tu apoiares o Aventuras, ele deve ser um facho “progressista”,como tu dizes sonhar há 50 anos.

          • JgMenos says:

            Realmente devem ter-te contado uma historieta qualquer ou ao tempo do 25A andavas de cueiros ou vegetavas em lugares esconsos.

            Tanta treta com a PIDE e acreditas que estava a leste do que se passava, mesmo depois do livro do Spínola e do movimento das Caldas? Só para gente debaixodassaias!

            Ignorante!

          • POIS! says:

            Pois foi! Ao Menos neste caso, temos de dar, ao Menos, razão ao Menos.

            A PIDE sabia de tudo mas, por modéstia, deixou as coisas andar, só para ver onde aquilo ia a dar.

            Aliás, aquando do movimento das Caldas, tinham apreendido variados misteriosos objetos em barro que estavam a ser cuidadosamente analisados, porque lá na PIDE estavam habituados a usar de outro tipo. Mas adiante!

            No dia 27, pelas 11 e 23 minutos, mais coisa Menos coisa, vendo que estava tudo Menos bem, resolveram atuar.

            Pegaram em armas e, comandados por Silva Pais, fardado e de Chaimite debaixo do braço, foram por ali fora combater que nem uns valentes. Alguns PIDES ficaram até em cuecas de tanto rastejar.

            Nos combates terão morrido uns 50 mil PIDES e mais ou Menos o mesmo de legionários, mas valeu a pena.

            O movimento, conhecido pela “Revolta dos Silvas e dos Pais”, saiu vitorioso. Prontamente enfiaram no Tarrafal, reaberto de propósito para o efeito, milhares de comunistas, deixando cá fora apenas o Cunhal e mais meia-dúzia porque eram magrinhos e porque os pides, que eram muito espertos, queriam deixar andar a coisa a ver se capturavam, ao Menos, mais alguns.

            Aguarda-se por mais revelações desse Grande Vulto da História Pátria e Colonial Universal Mundial que é JgMenos para que a Venturosa Verdade venha, ao Menos, finalmente, ao de cima do espesso fluido que a envolve, nem que seja, ao Menos, para pedir tremoços.

        • abaixoapadralhada says:

          Nazi saudosista Menor

          Os teus colegas Pides, estavam ao corrente de tudo, mas ficaram a dormir na forma.

          Gostas muito de chamar ignorante a quem não conheces, mas os inteligentes como tu é que perderam.

          Foram tão inteligentes, que fizeram entrar para as Forças Armadas no principio dos anos 60, quem iria 10 mais tarde, acabar com a vossa mama.

          • JgMenos says:

            Já se tinha esgotado o stock de gente de bem e começou a entrar o rebotalho – é sempre assim no fim dos impérios.
            O tempo do domínio da ralé está perto do fim; aproveita que se te acaba breve.

          • POIS! says:

            Pois não me diga!

            Vamos voltar a ter Império? A que horas começa a coisa? Não tenciono perder um segundo desse enormemente grande excitante acontecimento!

            Pelo comentário até já teremos Imperador: JgMenos I, de caganome “o Ventureiro”

          • Paulo Marques says:

            Ui, a gente de bem reproduziu-se depressa, então, e o marxismo cultural não é grande ameaça.
            Ainda hás-de ter coerência nalguma coisa. Que não seja a carteira, claro.

        • abaixoapadralhada says:

          Menos

          “Já se tinha esgotado o stock de gente de bem”

          De facto os fachos, nem sequer imaginação.

          Essa cliché de “gente de bem” , dito por ti e pelo neofascista aventuras, já é usado per Bolsonaro e a sua tropa fandanga há algum tempo.

          Mas enfim, como “gente fina” e inteligente que são, os fachos copiam-se uns aos outros

        • Paulo Marques says:

          Nada a ver com uns catecistas que ainda acreditam no mijo dourado dos criadores de emprego, à revelia, cada vez mais fora dos círculo fechado dado a fragilidade da coisa, do mundo da finança.

    • Paulo Marques says:

      Tem vários partidos do que chama “extrema-esquerda” na europa. Até tem um que cumpriu muito melhor o plano da eurolândia que o querido líder. E as democracias continuam a funcionar perfeitamente com eles.
      O que o Menos tem medo é ter que sair da zona de conforto arranjar uma profissão decente. Isso e que não possa procriar porque as mulheres têm direito ao não. É a vida, pá.

  6. POIS! says:

    Pois terá acontecido algo de insólito lá pelo Conselho Nacional do CDS!

    A intervenção de um tal Jacinto Capêlo Qualquercoisa parecia vir de dentro de um submarino. Em contrapartida, o Chicão, quando respondeu a gritar não sei a quem, parecia estar empoleirado num sobreiro.

    Realmente bastante intrigante.

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