Trouxe esta imagem do Facebook do Ricardo Paes Mamede, que nos propõe um exercício em que a sondagem da Universidade Católica para o Público/RTP surge como um espelho dos vários combates ideológicos em curso, pese embora a ausência de critérios ideológicos no centrão das negociatas, bem espelhada na legenda.
Destaque positivo para a queda do Chega, deixando claro que a extrema-direita começou finalmente a perder terreno, apesar do desfecho da Operação Marquês e da existência de Eduardo Cabrita, que Ventura já não consegue cavalgar com a destreza populista de outros tempos. A máscara anti-sistema caiu e já não há muito que a propaganda possa fazer por ele. Com tanta cabritice, haja uma boa notícia para animar a democracia.







….o CDS e o CHEGA….fazem uma “joint venture”….e pedem “boleia”….ao PSD…..!!!!
Contrariamente ao que afirma o João, a guerra em curso tem muito pouco ou quase nada de ideológico. O apodrecimento da política tuga já relegou para o fundo do caixote quase todas as questões ideológicas. Nos muitos pseudo-debates e guerrilhas a que assistimos todos os dias, os problemas ideológicos e doutrinários desapareceram quase completamente, inclusive dos próprios pleitos eleitorais onde supostamente deveriam afirmar-se. Aí, até as movimentações dos cada vez menos eleitores se pautam, não por fronteiras político-ideológicas mas sobretudo por causas, umas mais pontuais que outras.
E cá vemos vivendo,” cantando e rindo, levados, levados sim”…
É algo verdade, sim. Mas, regra geral, embora menos que a cobertura em geral, não são os partidos que escolhem os temas dos debates mediatizados, nem as perguntas. E nestas últimas nota-se bem o interesse em não discutir certas coisas.
Ao longo dos anos, os defensores dos ditos partidos, que se passeiam na assembleia da república, continuam, a ter as sua benesses , e até as promovem!!! Um dia, tudo vai mudar, só não sei e quando! Direi alto e bom som:
Nem fascismo nem social-fascismo!
Ao longo dos anos, os defensores dos ditos partidos, que se passeiam na assembleia da república, continuam, a ter as sua benesses , e até as promovem!!! Um dia, tudo vai mudar, só não sei é quando! Direi alto e bom som:
Nem fascismo nem social-fascismo!
Ora pois, pois vai!
Tudo vai mudar! Entretanto, e enquanto não souber quando, vá dizendo que não sabe quando o quando é quando, só para a gente se orientar.
Alto e bom som, que é para animar a vizinhança!
O puteiro abrilesco está para durar enquanto jorrarem euros…
Pois tá!
Já as meretrizes salazarescas são, pelo Menos, bem mais modestazinhas!
Ao Menos bastam uns escudinhos para pagar uns copinhos. Beber vinho é dar de comer a muito fuzileirinho solitário.
Como disse o joseliveira, a ideologia só existe na cabeça do João Mendes. Só o PCP e até certo ponto o BE têm algum conteúdo ideológico; mas não têm e nunca tiveram poleiro.
A cruzada da IL é ostensivamente ideológica: os corajosos liberais que tentam mudar um país esquerdista. Mas a ideologia resume-se a encher ainda mais os mamões e DDT.
A competição política em Portugal é por tacho, poleiro e mama. E as sondagens deviam ser proibidas; só servem para manipular a carneirada. Basta ver como omitem a abstenção.
Omitir não omitem, o NS/NR normalmente está na ficha, só não é relevado, até porque também não tem grande correlação com os actos eleitorais.
Veja o gráfico do post. Acha mesmo que só 4% disseram que não iam votar em qualquer partido?
Em que sondagem já viu uma barra gigante, maior que as outras juntas, a dizer ABSTENÇÃO / BRANCOS / NULOS?
Isto não é omitir? Não é influenciar a carneirada? Não induz a pensar que quase toda a gente vai votar num dos partidos? Que sondagem reflecte a realidade?
Como o artigo é pago, tem o mesmo no fim da reportagem da RTP.
https://www.rtp.pt/noticias/politica/sondagem-ps-a-frente-nas-intencoes-de-voto-em-legislativas_v1319558
A sondagem uma projecção dos representantes nas eleições, quem opta por não ser representado não é representado, como bem quer.
O “mesmo” refere-se ao NS/NR, com valor longe da abstenção, como disse.