Cotrim lava mais branco?

Portanto, na audição a Luís Filipe Vieira, o deputado da IL (Iniciativa Liberal) foi para lá de fofinho. Se Cotrim fosse advogado de carreira (penso que não o é) eu diria estar perante mais um caso em que advogado, cliente e testemunhas preparam a audiência e em que as perguntas, fofinhas, lavam a situação. Alegadamente, claro. A intervenção do único deputado da IL nem chega a ser uma desilusão. Uma coisa garantiu: o meu voto nunca mais o levam.

What a Wonderful World

João Cotrim Figueiredo, deputado do IL (Iniciativa Liberal), que em 2008, na qualidade de administrador da PH (Privado Holding), detentora, na altura, do BPP (Banco Privado Português), pediu ao Estado 750 milhões de euros (tendo recebido 450 milhões) e que uns anos depois, na qualidade de deputado, afirmou que “o Estado não pode salvar bancos”, está a questionar Luís Filipe Vieira acerca das suas dívidas ao Novo Banco.

«The colors of the rainbow, so pretty in the sky
Are also on the faces of people passing by
I see friends shaking hands, saying “How do you do?” They’re really saying “I, I love you”»

Imagem retirada da página “Uma página numa rede social”, no Facebook.

Suruba

Luís Filipe Vieira, na comissão de inquérito parlamentar: “Há quem ande aí de iate e avião…”

Felizmente, ele não. É um pobretanas que só tem uma casa com palheiro.

O Vito Corleone de Alverca pensa, fala e mexe-se como mais um DDT. Só assim se justifica que alguém que diz ter “vários rendimentos” não tenha pago um cêntimo das dívidas que tem.

As comissões de inquérito parlamentares são uma suruba em que o povo português é o único alvo da sodomização.

A inveja entre calimeros

“Outros andam aí a passear com iates e aviões privados”. Isto dito por alguém que para ir ao Brasil buscar treinadores freta um jacto privado….

Luis Filipe Vieira, Promovalor e BES entram num bar….

Resumo dos primeiros minutos da ida de Luis Filipe Vieira (dono da Promovalor e presidente do Benfica) à Assembleia da República (caso devedores do BES):

“Foi o BES. Não me lembro. Foi a pandemia. Não sei. Foi o BES. Foi a crise de 2011. Não me lembro. Do Brasil é com o meu sócio. Não conheço. O meu sócio é que os conhece. Não temos conhecimento de nada disso. Se quiserem enviem as perguntas por escrito”. É isto. A culpa vai ser do motorista.