Este tipo de intervenções pela real defesa do debate democrático são raras. Mas ainda existem. Vejam. pic.twitter.com/blz9WzMxhi
— Gaspar Macedo (@123Gasp) December 16, 2022
Este PSD tem que sair do armário e impor-se ao PSD que quer alianças com a extrema-direita. Ao PSD que faz fretes ao CH. Ao PSD que não aprendeu a lição de Angela Merkel. Ao PSD que, no fundo, deu à luz André Ventura. Ponham os olhos em André Coelho Lima. Nesta fase do campeonato, com o seu partido já tão comprometido com o CH, é preciso coragem para chamar os extremistas pelos nomes.







Até pergunto qual a lição de Merkel; sugar o resto da eurolândia vendendo como uma fórmula económica vencedora, pagando pela fortaleza-europa para bombardear à vontade, ou esperando que assinando acordos que não são para cumprir se evitam ou ganham guerras?
Só lições de moral. Ao lado da gloriosa figura, de quem, afinal, não se sente falta, quem se refugia no sistema de regras e na exaltação dos ACABs é demasiado pequeno.
Já anti-fascismo é outra coisa muito distante.
De longe a longe procura dizer alguma coisa que faça sentido.
A dissonância cognitiva da realidade é demasiado para ti, não posso fazer nada.
Rebéu-béu mas logo a seguir ficam calados a ouvir falar de racismo estrutural ou outro chavão qualquer dos treteiros do costume.
Rebéu-béu mas quando um marginal cigano ou não branco ataca e leva umas porradas de um GNR logo começam a questionar-se se tal não resultou de algum factor cultural ou de um trauma de discriminação e dá-lhe e toma que os ditos heróis são para tolerar desaforo de todo o coirão que não seja nascido branco.
Pois, mas do que gostei mais…
Quando o Venturoso Pastorinho exibiu o Mathathá: “Tenho aqui um negro! E negro só há um, o Mathathá e mais nenhum!”.
Bem, ao Menos, por um dia, deram-lhe alguma folga.
Aquilo de estar sempre na montra da sede, sentado a escrever sobre uma escrivaninha de pau-santo, cansa um bocado!
Achar que dar porrada é parte das funções da polícia já diz quase tudo, junte-se todos os que não são direitolos serem treiteiros, e está feito o caldo.
Arrasa? Mas tipo, ficou mesmo, mesmo arrasado? Já não se levantam, portanto.
Se A diz que arrasa B, mas B não se sente arrasado por A, o arrasamento existe?
Cuidado, a seguir ainda percebe que o cancelamento é practicamente uma coisa que não existe.
Na practica não existe, mas é uma realidade teórica que a prática confirma.
Está na hora de abrir os olhos e ler mais -, visto que a maioria dos deputados não pegam num livro há anos! “A Tempestade Perfeita”. Foi escrita e traduzida para várias línguas!!!