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— volksvargas (@volksvargas) September 22, 2022
Miranda Sarmento, líder da bancada parlamentar do PSD escolhido por Luís Montenegro, apelou aos seus colegas conservadores para votarem no candidato da extrema-direita para a vice-presidência da AR, alegando tratar-se de uma prática parlamentar, pese embora aquilo que está consagrado no regimento seja apenas a possibilidade de propor alguém para lugar, cabendo aos deputados decidir se aprovam ou não.
E se o critério são práticas parlamentares fundadas na tradição, seria de esperar que a maioria dos deputados do hemiciclo, incluindo os parlamentares do PSD, se mantivessem fiéis aquela outra que se traduz na boa velha máxima, “fascismo nunca mais”, mantendo a robustez do cordão sanitário à volta dos herdeiros da ditadura salazarista.
Mas Montenegro, tão desesperado para chegar ao poder que já tem na rua os cartazes para as Legislativas de 2026, decidiu seguir o exemplo de Rio nos Açores e contribuir para a legitimação de uma força racista e xenófoba e, segundo o próprio André Ventura, terá articulado com ele a posição que coube a Sarmento assumir. Isto apesar de Montenegro ter ontem garantido, em frente às câmaras, que esta posição não teve a ver com nenhum tipo de entendimento ou aproximação ao CH. Resta saber quem está a mentir: se Luís Montenegro, se André Ventura.
Se os líderes da direita conservadora querem furar o cordão sanitário que furem, e sejam comidos pela extrema-direita, como aconteceu na Suécia, em França ou na Hungria. Putin, Trump, Bolsonaro, Le Pen, Orban e Meloni agradecem. E cá estarão os do costume, para honrar a memória da resistência e dos militares de Abril, e não deixar o fascismo passar. E depois não se esqueçam de fazer como a outra senhora do PSD, que apontou a ignorância do povinho como causa para a maioria absoluta do PS, ignorando que dar força à extrema-direita reforça o PS e que os eleitores de centro não gostam de fascistas e optarão sempre por um mal menor. Eu sei que é chato, mas a maior parte deles ainda se lembra da miséria do Estado Novo.






A cambada e a cerca sanitária – o ridículo não mata, mas dá notícia de quem procura proteger-se promovendo o silêncio; não será isso cena fascista?
Pois ainda pior que fascista! Salazaresca!
Sim, porque o Oliveira da Cerejeira fez uma cerca sanitária, não a uma simples Venturosa Agremiação, mas à oposição toda!
E, quando a cerca sanitária não resultava, havia umas outras cercas ainda mais altas, lá por Peniche, Tarrafal…
Cá p’ra mim ainda vai acabar tudo preso! Está tudo preparado: o Quarto Pastorinho vai ficar na mesma cela que o Matathá Ribeiro. Assim terão muito tempo para aparar as divergências. Nestas coisas de prisões, o aborrecimento é um dos principais inimigos do recluso.
Retirado Twitter “Sindicato do Proletariado”!
“IL e CH, de acordo com um artigo publicado no último número da revista sábado, são financiados por grandes grupos burgueses nacionais.
Grupo Mello, EDP, família Champalimaud, Eurocash/Observador, são alguns dos financiadores destes partidos”
Provavelmente existem mais apoios aos neoliberais com tiques neonazistas