Sem jornalismo, os aldrabões não seriam desmascarados. pic.twitter.com/l3VpzqGdFR
— Inês Pedrosa 🇺🇦 (@inespedrosa_pt) January 16, 2023
Ninguém tem bem a certeza de como se chama a senhora ou quem ela é. Umas vezes chama-se Anabela Seabra, noutras Ana Desirat. Já se apresentou como bancária, politóloga e, na manifestação deste fim-de-semana, como professora. A TVI chamou-lhe agitadora social. Diogo Batáguas refere-se a ela como Senhora do Grafeno. Para mim é uma populista-oportunista gerada pela mesma fossa séptica virtual que tem parido Trumps, Bolsonaros e outros cocós de igual calibre, como um que temos por cá. Egomaníacos que sonham ser tiranetes. É preciso expor esta gente, sem contemplações. Até por serem o maior favor que se faz os corruptos da política. Alimentam-se mutuamente e contribuem da mesma forma para a destruição da democracia. São inimigos da civilização.






O link está para o instante errado do vídeo. O correcto é https://www.youtube.com/watch?v=wDl0fhOcI1E&t=1624s
A Senhora do Grafeno “virou” professora, é brasileiro e não português.
Não existe “brasileiro”, existe português do Brasil. E não se usa vírgula entre o sujeito e o verbo.
A senhora entrou na quadra. Remontada.
Experimenta ir ao Brasil e, fora das gandes cidades, perguntar qualquer coisa em português. Dizem-te logo: “Estou entendendo não”
E por isso não deixa de ser português. Eu vou aos Açores, a partes da Madeira ou até a certas zonas do Algarve e Alentejo e não entendo um “cu”. Não deixam de falar português.
Meu caro senhor, não confundamos sotaques com vocábulos, construções de frases ou interjeições completamente diferentes.
Mas, talvez a culpa seja nossa, bastou sabermos que “bicha” em brasileiro significa paneleiro, e rapidamente passámos a dizer “fila”.
E é português. Do Brasil.
O Lavoisier explica, vamos perdendo vocábulos e expressões regionais (e cês), mas ganhamos novas do outro lado do Atlântico.
Melhor serviço que o OA.
E cá ?
Oi ? Oi ? Oi ? E pronto
Qualquer Ukraniano em Portugal ha 3 anos fala melhoir Portugues que os matumbos ao fim de 30
Entre ois, poderosas, disrupçoes e resiliências, estamos on.
Já experimentei e, de facto, não percebiam nada. Rapidamente descobri que bastava falar mais lento e abrindo as vogais para me entenderem perfeitamente.
Quem?
Oi?
Não, quem lhe perguntou.
João Peneda
Tem toda a razão .
Virou ? VIROU ??? ?
O que é isto. em Português ?
VIROU ?????
Fod**** !!!!!!!!!
Os Tugas não viram, escondem-se no armário e vão espreitando de vez em quando.
Eu nem sabia quem era a senhora (além de ser uma maluca, como muit@s, que foi berrar contra o Ferro), mas ainda bem que ficou exposta.
Grande investigação da SIC, só ao nível daquelas em que seguia as manifs estudantis, e ia sempre atrás do grupinho que se desviava para a Tasca.
NA CASA. DA SENHORA. DO GRAFEEEENO.
Gente alucinada com acesso a meios de destruição maciça, perdão, de comunicação massiva.
A senhora do grafeno é uma ave rara que apareceu e, desaparecerá, se não lhe derem muita corda.