
Luís Montenegro não tem culpa de estar no sítio errado, à hora errada, com as pessoas erradas. Pode acontecer a qualquer um.
Quando foi fotografado pela PJ, na inauguração do restaurante de Francisco Pessegueiro, um dos detidos no âmbito da Operação Vórtex, Montenegro estaria ali como convidado, alheio aos esquemas de corrupção que ligavam o anfitrião à autarquia da sua cidade natal.
A autarquia que contratou o seu escritório, várias vezes, por ajuste directo.
Presidida por Joaquim Pinto Moreira, outro dos implicados na investigação.
Que Montenegro promoveu a vice da bancada parlamentar do PSD.
A política tem destas coisas. Parecem esquemas, mas, na verdade, são apenas coincidências.
E o que seria da política portuguesa sem as suas coincidências?






Sempre achei esse Montenegro um crapula tipico da politica.
É por Portugal ser um país pequeno, dizem.
A malta conhece-se toda.
Pode ser, pode não ser. Investigue-se, mas caladinhos, que isto já cansa.