A Arquidiocese de Braga ao serviço de Bashar al-Assad?

MSTM

Fiquei em choque após leitura do texto do Bruno, e fui imediatamente ler a publicação no sítio da Arquidiocese de Braga, onde a Irmã Maria de Lúcia Ferreira, que vive no Mosteiro de São Tiago Mutilado, em Qara, na Síria, afirma que o alegado ataque químico a Douma não passou de uma “história inventada” para que França, EUA e Reino Unido pudessem atacar o país.

Pára tudo: uma representante da Igreja Católica, num país de maioria muçulmana onde os cristão são (alegadamente) perseguidos, e cujo regime oprime tudo o que se lhe atravesse no caminho, a afirmar que o alegado ataque químico foi uma encenação para legitimar o ataque da tríplice ocidental? Ó diabo! Querem ver que a Irmã Myri e a Arquidiocese de Braga também estão ao serviço da esquerda radical e a fazer fretes aos russos e a Bashar al-Assad?

Arquidiocese de Braga diz que ataque com armas químicas na Síria foi “história inventada”

É o relato de uma testemunha, uma portuguesa de 38 anos, publicado no sítio da internet da Arquidiocese de Braga, segundo o qual o alegado ataque com armas químicas não passou de um “cenário”, uma “história inventada” e “mais uma desculpa para poderem atacar”.

Maria de Lúcia Ferreira diz que o bárbaro ataque com armas químicas atribuído ao regime de Bashar al-Assad no dia 7 de Abril, não passou de um falso pretexto destinado a justificar o ataque militar levado a cabo pelos Estados Unidos, a França e o Reino Unido.

“Não houve nenhum eco de armas químicas aqui no país. Não se ouviu dizer nada” – afirmou a religiosa que vive no Mosteiro de São Tiago Mutilado, em Qara.