Papa Francisco quer mastigar folhas de coca

na Bolívia, sê boliviano.

No cu dos outros é pimenta

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Já fiz uma bandeira da Indonésia, em papel. Queimei-a sobre a A1, no primeiro directo radiofónico português  feito a partir de um balão de ar quente, porque achámos, na RUC, ser uma oportunidade para sermos solidários com Timor, contra a ditadura indonésia.

Queimam-se bandeiras contra governos, não ardem contra os povos. Fosse boliviano, e ontem também tinha inventado uma bandeira portuguesa, lançando-lhe as chamas que merecem os que abrem o cu ao governo dos Estados Unidos da América, ou de outra potência estrangeira qualquer. O nosso, e não o seu.

Quem finge não perceber isto chama-se Paulo Portas e está a esta hora metendo a cabeça entre as pernas, perante o nosso parlamento, demonstrando não passar, irrevogavelmente, de um mentiroso compulsivo a caminho de voltar a S. Bento de lambreta, haja eleições entretanto. Teria a certeza absoluta disso não fosse a liberdade de imprensa o poder e propriedade dos que lhe telefonaram a semana passada, transformando acabou no matrimónio que vem já a seguir

A última pulhice ministerial de Paulo Portas

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Algumas das colónias do Estados Unidos na Europa obrigaram o presidente da Bolívia a ficar parado num aeroporto austríaco. Chama-se a isto comprar uma guerra com a América do Sul, e pior do que isso, demonstrar uma completa submissão ao Tio Sam, que nem os ingleses no seu pior têm por hábito.

Terá sido este o legado final de Paulo Portas à diplomacia portuguesa, talvez em retaliação por ter sido visto a fazer o que criticou a Sócrates, tipo vender Magalhães precisamente a sul-americanos.

Esta gente anda tão distraída que nem reparou que o Sul deixou de ser o quintal do império do seu Norte, e que isto vai ter consequências, muito para lá da expulsão de diplomatas (que nem será o nosso caso, não temos embaixador na Bolívia).

A Bolívia rompeu relações com Israel

Foi há 3 dias mas a imprensa portuguesa ainda não descobriu.