O concelho de Oeiras também integra o processo de municipalização da Educação.
Paulo Vistas, Presidente da Câmara Municipal de Oeiras (IOMAF – Isaltino Oeiras Mais à Frente)
Carlos Morgado, Vereador da Educação (IOMAF)
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O concelho de Oeiras também integra o processo de municipalização da Educação.
Paulo Vistas, Presidente da Câmara Municipal de Oeiras (IOMAF – Isaltino Oeiras Mais à Frente)
Carlos Morgado, Vereador da Educação (IOMAF)
Isaltino Morais terá sido mandado à frente, a fim de preparar as instalações prisionais para muitos outros que fizeram o mesmo. O autarca de origem transmontana já exigiu que a cozinha da prisão fosse preparada para receber grandes encomendas de alheiras e já confessou que não será fácil obter o detergente necessário para continuar a branquear capitais.

Li há dias e acabo de confirmar:
«Desde o início do verão que a Câmara de Oeiras tem desenvolvido um plano de intervenção que prevê o abate de 90 por cento de árvores na freguesia de Santo Amaro de Oeiras, uma decisão que tem sido alvo de protestos.» na Rádio Ocidente
A Câmara de Oeiras justifica a acção como decorrente de várias reclamações devido às árvores terem “elevado risco de rutura” mas que estão previstas “novas plantações e melhores acessibilidades (zonas de passeio e estacionamento)”. Sem conhecer o caso mas atendendo ao habitual modus operandi aqui deixo a minha aposta de as reclamações terem vindo da parte da tesouraria da câmara, que novos estacionamentos pagos e árvores era coisa incompatível. Os protestos decorrem mas têm os políticos em Portugal este velho hábito de os ignorarem e, mesmo assim, conseguirem fazer-se eleger na mesma. Até com processos em tribunal e condenações à vista, já agora.
O ódio às árvores, particularmente entre o poder local, é algo de longa data. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
O “eu não sou jurista” é sempre seguido de um “mas”.
Recent Comments