Autarcas que poderão vir a despedir professores: Humberto Marques

Em Óbidos, o Presidente da Câmara mostra-se “impaciente para pôr no terreno a sua “escola municipal”.” A municipalização da Educação é, portanto, desejada no Oeste.

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Humberto Marques, Presidente da Câmara de Óbidos (PSD)

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Celeste Afonso, Vereadora da Educação (Independente – PSD). Professora.

Para conhecer o currículo dos elementos do executivo municipal, é favor consultar uma página do Óbidos Diário.

Autarcas que poderão vir a despedir professores: Gil Nadais

A Câmara de Águeda já terá manifestado vontade política em avançar para o processo de municipalização da Educação.

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Gil Nadais, Presidente da Câmara de Águeda (PS)

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Elsa Corga, Vereadora da Educação (PS). Professora.

Autarcas que poderão vir a despedir professores: Guilherme Pinto

A municipalização da Educação já integra as Grandes Opções do Plano em Matosinhos.

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Guilherme Pinto, Presidente da Câmara de Matosinhos (Grupo de Cidadãos Eleitores Guilherme Pinto por Matosinhos, antigo militante do PS)

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Correia Pinto, professor, Vereador da Educação (Grupo de Cidadãos Eleitores Guilherme Pinto por Matosinhos, antigo militante do PS)

Autarcas que poderão vir a despedir professores: Paulo Vistas

O concelho de Oeiras também integra o processo de municipalização da Educação.

 

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Paulo Vistas, Presidente da Câmara Municipal de Oeiras (IOMAF – Isaltino Oeiras Mais à Frente)

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Carlos Morgado, Vereador da Educação (IOMAF)

 

Autarcas que poderão vir a despedir professores: Hermínio Loureiro

A propósito da municipalização da Educação.

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Hermínio Loureiro, Presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. (PSD).

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Isidro Figueiredo, Vereador da Educação de Oliveira de Azeméis e membro do Conselho Geral do Agrupamento de Escolas Soares Basto. (PSD)

Qual dos dois irá assinar o contrato?

Eu quero que façam filhos ao Henrique Raposo!

No dia 12 de Novembro de 2012, Henrique Raposo escreveu uma crónica que intitulou “Façam meninos e não ‘manifs’”. O facto de eu ter dois filhos e ter participado em algumas manifestações fez com que não me sentisse visado, o que não me impediu de dedicar algumas linhas ao cronista do Expresso:

Não queria terminar sem deixar uma palavra de apreço a Henrique Raposo, que propõe que o povo substitua as manifestações pela procriação, de modo a reanimar a natalidade, para concomitante sossego da via pública. Espantar-me-ia que um homem tão liberal, tão defensor da livre iniciativa, surgisse a mandar o povo foder; penso que será apenas um reaccionário a mandar foder o povo. Para não repetir, pela terceira vez um palavrão, limito-me a desejar que Henrique Raposo vá fazer meninos a si mesmo.

Mesmo um reaccionário de entendimento tão duro como é o caso do canino comentador está em condições de perceber que o acto de conceber crianças e o de se manifestar nas ruas não são incompatíveis e não seria inédito, até, que ocorressem em simultâneo, porque a via púbica pode, também, ser percorrida na via pública.

Recentemente, Raposo revelou alguma falta de imaginação, como se pode notar pelo título da sua última crónica: “Não façam ‘manifs’, façam filhos”. Não será de espantar que, em próximas crónicas, passe a aconselhar que se façam bebés, catraios, ganapos, gaiatos, garotos, cachopos ou miúdos, mantendo incólume a abreviatura ‘manif’.

Confirma-se, entretanto, que o rapaz Raposo é duro de entendimento ou irremediavelmente cabotino, porque mostra não perceber ou finge não entender as verdadeiras razões que levam ao despedimento de professores, recorrendo à desculpa da diminuição do número de alunos, quando bastaria pensar um bocadinho para perceber que “uma prospectiva de diminuição de 3% de alunos até 2018 não justifica um ritmo de redução de quase 10% de professores por ano.”

O sonho da direita necrófaga de que fazem parte chacais e outros cronistas é, já se sabe, a visão de um povo acomodado que aceite pagar, calado, os calotes alheios, mesmo que isso custe a Educação ou a Saúde de muitos. Quando alguém protesta, inventam corporativismos e outras aleivosias.

Finalmente, este Raposinho é o pior tipo de malcriado, porque manda foder sem usar palavrões, ao mesmo tempo que insulta todos os concidadãos que são obrigados a não ter filhos, em consequência de roubos perpetrados pelos políticos que defende.

Como fica sempre bem imitar cronistas de jornais prestigiados, não quero que Henrique Raposo se foda, quero que lhe façam filhos.

Quando pontual faz lembrar irrevogável

Tal como irrevogável foi o adjectivo escolhido por Paulo Portas para caracterizar a sua demissão, é lógico que Nuno Crato use “pontual” para classificar cada um dos vários problemas que continuam a ocorrer neste princípio de ano lectivo.

O problema de Crato não é a incompetência. Sobre Educação e escolas nada sabe e nada quer saber, do mesmo modo, afinal, que um assassino contratado não pode sentir pena das vítimas, sob pena de não conseguir assassinar, quebrando, desse modo, os compromissos assumidos.

Não é bonito encher um texto com hiperligações, mas não é possível ignorar o caos lançado sobre as escolas por um ministro que é tão sério como pontuais são os inúmeros casos que afectam a vida de alunos, pais e escolas. Há para todos os gostos: falta de professores e de funcionários, alunos sem aulas, manuais surpreendentemente desactualizados, tudo razões suficientes para que um ministro sentisse vergonha ou fosse demitido.

 Casos pontuais

Um caso pontual

Casos pontuais?

Novos manuais de Matemática e de Português lançam caos nas escolas

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Maior escola básica de Palmela fechada por falta de pessoal auxiliar

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Escolas: “Faltam preencher 1991 horários”

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