Segue-se a homenagem às vítimas da Inquisição

Papa homenageia vítimas dos Nazis

O escuro é muito grande, o tempo é muito frio

Os imigrantes africanos que morreram no mar de Lampedusa, a ilha cemitério, tiveram direito à nacionalidade italiana póstuma. Os que chegam vivos vão parar a “centros de acolhimento”, onde não fazemos ideia de como estarão a ser tratados. O vídeo que agora se tornou público, gravado com um telemóvel e exibido ontem à noite na RAI, obriga-nos a lembrar o pior de que a Europa civilizada foi capaz.

Em fila, nus perante toda a gente, ao frio, os imigrantes são lavados à mangueirada, um procedimento de desinfecção alegadamente por causa da sarna. Qualquer semelhança com campos de concentração nazi será apenas porque, para nossa desgraça, é deles que nos vamos aproximando.

Nota: O seu a seu dono, o título pertence ao Fausto e a outros naufrágios.

Salazar sabia dos campos de concentração nazis!!! O drama, o horror…

Uma tal de Irene Pimentel, pseudo-historiadora, escreveu 900 páginas de um livro para tentar provar que Salazar sabia da existência de campos de concentração durante o nazismo. Parece que conseguiu.
Sim, e? Era natural que não soubesse? E sabendo, devia ter feito o quê? Fazer uma manifestação a favor dos judeus? Queixar-se ao comité dos Direitos Humanos?
Ele há cada inutilidade…