Vídeo encontrado no ComRegras
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A classe docente vive embrutecida, especialmente desde o consulado de Maria de Lurdes Rodrigues. Devido a uma quantidade brutal de medidas lesivas da Educação e da sua condição profissional, os professores quase se limitam a reagir e a fugir em frente, ficando privados de tempo para pensar, actividade que deve constituir, evidentemente, o cerne da profissão. Assim, sabemos que há, por exemplo, demasiados professores que estarão, neste momento, angustiados face a vários factores que vieram criar uma instabilidade profissional injustificada, entre muitos outros problemas. [Read more…]
Há aqui um perigo, que ninguém parece compreender (sem ser eu, naturalmente): o carácter da discussão sobre as alterações climáticas tem-se aproximado do carácter da discussão entre o criacionismo e o darwinismo (esta última uma discussão que, de facto, não existe, mas adiante). E se, dada a natureza ideológica intrínseca à questão, a culpa da total estupidificação dos debates sobre o aquecimento global pertence aos dois campos, a responsabilidade da sua geminação à natureza do debate criacionismo-darwinismo pertence unicamente à Direita.
maradona – a causa foi modificada
Divido as mulheres entre as que arranjam as cutículas das unhas e as que não o fazem. Divido os amigos dos meus filhos entre os que me tratam pelo nome e aqueles que me reduzem à “mãe do João”. Desprezo o segundo grupo. Divido os homens entre os que usam botões de punho e os que não os usam. Por aí fora.
António Vitorino, chichisbéu, engatatão, dom-joanesco pilrete socialista, um docinho, empandeirava com a maioria absoluta, boquejando para os jornalistas: “habituem-se!”. Quatro anos volvidos, chuchando uma minoria no Parlamento, bradeja “ó tio, ó tio”, presidente da República alforria-nos da oposição da Oposição que entaipou a “governabilidade”. Pedíssequo do Governo nos meios de comunicação, não abre a boca para sandejar, noutra revista à portuguesa, ele diria, como Laura Alves, “aguenta que é serviço”, pois o presidente é de outra “família política”, mas naquela em cartaz, Vitorino está amodernado. Numa democracia bi-partidária civilizada, o poder alterna-se, e nas casas de alterne – instituições, assembleias ou fóruns políticos – as diferenças não são ideológicas, são “gajológicas”. O balde é o mesmo, a substância fecal, a mesma, o que muda são os gajos, são diferentes, o resto é igual.
Táxi Pluvioso, Pratinho de Couratos
Deviam achar que sou uma torrada e barraram-me à entrada duma discoteca.
juvenal, o anormal, o melhor blog do universo

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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