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Mitos

INE – a triagem da informação publicitada

Os jornais, ‘Público’ e ‘Jornal de Negócios’ por exemplo, divulgaram a informação do INE de que o indicador de ‘actividade económica’ atingiu o máximo desde Abril de 2011.

A notícia é positiva. Todavia, impõe-se fazer um juízo rigoroso. Comecemos por lembrar o conceito de ‘actividade económica’:

A expressão Actividade Económica designa o conjunto de relacionamentos e de tarefas realizadas pelos diferentes agentes económicos com vista à obtenção dos bens necessários à satisfação das suas necessidades através da utilização racional e eficiente dos recursos produtivos disponíveis. Neste conceito de actividade económica estão incluídas actividades como a produção (incluindo a transformação, a distribuição e a prestação de serviços), o consumo, a regulamentação, a repartição do rendimento, a exportação, a importação, entre outras.

Teoricamente e como se prova no documento ‘Comportamento Conjuntural da Economia’, acessível através do Google, o próprio INE não se afasta do conceito descrito. [Read more…]

Década perdida

Desde 1996, ano em Guterres formou governo, que o país não deixa de empobrecer.

 

Ernâni Lopes, ministro das finanças de Mário Soares, afirma que "Esta década revelou-se um registo sem garra, sem ideias, sem verdade, sem força, sem lucidez, sem densidade política"

 

"Portugal terá grandes dificuldades para sair da crise, é na sociedade que se vão arrastar por mais tempo os efeitos da crise. Portugal está a viver um cenário de definhamento. Este é o principal problema da economia nacional "

 

" Um permanente esforço exibicionista sem conteúdo e uma expressão sem nobreza."

 

Campos e Cunha tambem ele ex-ministro de um governo do PS: "Espero que a legislatura não seja cumprida". A economia vai enfrentar um período dificil relativamente prolongado, e o governo vai estar sempre em pré-campanha."

 

Para sair da crise, é preciso acabar com todas as medidas que não têm efeitos dinamizadores na economia, como os grandes projectos políticos, que apenas têm contribuições negativas para o crescimento e condicionam o financiamento do Estado.A condição para se manterm os apoios sociais, é não levar por diante o TGV, novas autoestradas e com o novo aeroporto, embora este possa ser construído por módulos.

 

A deflação espreita, o que é um problema complexo de que se sabe pouco. A política orçamental deveria dar uma ajuda para evitar este potencial perigo, mas não há folga.

 

O que terá levado gente tão mal preparada para o governo?