Querem os apoios, mas querem saltar fora do acordo para aumentar o salário mínimo. Será que o Paulo Portas não terá nada para dizer sobre isto?
Ou também é moderno dar dinheiro a patrões incompetentes que ficam com os descontos dos empregados?
Nota: distingo patrões de empresários. O da CIP é Patrão. Negar o direito a alguém que vive do seu trabalho o acesso a um miserável salário de 490 euros é do mais reaccionário e conservador. Até incomoda ouvir tal homem a falar.






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