O empresário – criador de riqueza

Hoje, em vez de uns senhores muito importantes que nunca criaram um só posto de trabalho, o Prós e Contras trouxe-nos a voz de alguns empresários. A sua experiência, o seu entusiasmo a sua dedicação, o seu amor ao risco.

Desfilaram à nossa frente velhos e novos mas todos eles irmanados de uma vontade férrea de vencer, sem esmolas do Estado e sem negócios ultra escuros. A única coisa que precisam do governo é que não os asfixie com impostos, com legislação que parece dirigida a um qualquer inimigo.

Actividades há muito conhecidas são inovadas, transformadas em negócios que ultrapassam em muito as fronteiras, competem em mercados altamente competitivos e saem vencedores.

Esta gente empreendedora não pode ser confundida com os senhores muito importantes que vegetam e enriquecem nas empesas públicas, nos grupos económicos do regime, vivendo à mesa do orçamento e à custa de negócios preparados e lançados pelo Estado.

Nenhum de nós ouviu alguma vez falar deles, porque são gente de trabalho, precisam de inovar, vender, facturar e pagar salários, não fazem greves nem deslocalizações, não entram em “furacões”, nem recebem visitas de ministros e os jornalistas andam às voltas com uma qualquer Galp monopolista.

Por isso, quando temos ensejo de os conhecer, devemos saudá-los a eles e a todos quantos trabalham longe dos holofotes das notícias, criando postos de trabalho e riqueza.

E rezar para que um dia, um qualquer político, não se lembre deles…

Rendimento mínimo dos patrões

Querem os apoios, mas querem saltar fora do acordo para aumentar o salário mínimo. Será que o Paulo Portas não terá nada para dizer sobre isto?

Ou também é moderno dar dinheiro a patrões incompetentes que ficam com os descontos dos empregados?

Nota: distingo patrões de empresários. O da CIP é Patrão. Negar o direito a alguém que vive do seu trabalho o acesso a um miserável salário de 490 euros é do mais reaccionário e conservador. Até incomoda ouvir tal homem a falar.