Comissão de Recrutamento e Selecção para a Administração Pública aprova candidato sem qualificações. É um gozo!
O ataque da matilha:
Contudo, vários jornalistas e um ou outro “comentador”, sem esquecer alguns bloggers, andam entretidos a bater na escolha de FAL para Secretário de Estado. Na verdade, qual o motivo para tanta raiva? No caso dos jornalistas, é sempre assim. O corporativismo no seio dos jornalistas, sempre que toca a alguém que não seja do BE, da CDU (ou do PS ou aparentado) funciona ao contrário. Se o jornalista decide mudar de vida e iniciar uma carreira na política (o último foi Paulo Portas) ou na assessoria, é o fim do mundo em cuecas. Como se estivesse a cometer um pecado mortal. No caso dos comentadores e dos bloggers faz parte da tradição da espécie (na qual, enquanto blogger, me incluo).
Em vez de se esperar para ver o resultado da escolha, aguardar para perceber o que vai fazer o novo secretário de estado, faz-se um ataque furioso como se não houvesse amanhã. Uma tristeza. Um ataque pessoal rasteiro, com ares de encomenda e todo o aspecto de estar a ser feito em matilha. E sem qualquer pudor: até antigos jornalistas que já estiveram em cargos de nomeação política e que, olhando para o teor das críticas, certamente se esqueceram do seu passado. Enfim…
Um cagalhão pode ser secretário de estado?
Pode. Francisco Almeida Leite, o mentiroso do DN, recebeu os três dinheiros.
O contraditório ao jornalismo de retrete
O caso do artigo que Francisco Almeida Leite escreveu em papel higiénico preto, passe a publicidade, e que tem a lata de defender perante Oscar Mascarenhas armando-se em sénior (tem uma longa carreira como moço de fretes do situacionismo passista, isso é verdade) com o mirabolante argumento de que não era preciso exercer o contraditório, ou seja fazer jornalismo, porque se tratava de um argumentário do governo, tem dado muito comentário. Eui vou-lhe dar o contraditório, a partir de caixas de comentários à notícia espalhada online com pequenas correcções linguísticas, o estilo não será o melhor, mas a verdade não precisa de literatura:
FAL: “Descanso na CP para cada trabalhador é de 30 dias/ano. No metro de Lisboa, se gozados fora do período “normal”, pode também chegar aos 30 dias.”
É verdade que os motoristas de carris têm 30 dias de férias enquanto os restantes têm 25 , só que nós motoristas temos dias corridos e não dias úteis, se eu tirar 30 dias de férias as minhas folgas contam como dia de férias e se fosse no regime dias úteis os fins de semana (folgas) não contam como dias de férias, então agora façam as contas para ver quem é que tem mais dias de férias , os que têm 25 dias uteis ou 30 dias seguidos. [Read more…]







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