Na ressaca do Macbeth de anteontem, com Ralph Fiennes e Rebecca Scroggs (que substituiu Indira Varma), com Simon Godwin ao leme, eis um Macbeth mais antigo (1979), com Ian McKellen e Judi Dench, sob a batuta de Trevor Dunn.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Na ressaca do Macbeth de anteontem, com Ralph Fiennes e Rebecca Scroggs (que substituiu Indira Varma), com Simon Godwin ao leme, eis um Macbeth mais antigo (1979), com Ian McKellen e Judi Dench, sob a batuta de Trevor Dunn.

Credits: Event Horizon Telescope collaboration et al. (https://go.nasa.gov/2Z2mJPS)
Sey. The Queene (my Lord) is dead.Macb. She should haue dy’de heereafter;There would haue beene a time for such a word:To morrow, and to morrow, and to morrow,Creepes in this petty pace from day to day,To the last Syllable of Recorded time:And all our yesterdayes, haue lighted FoolesThe way to dusty death.— Shakespeare, “Macbeth” (Folio I, 1623)
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Depois das notícias de ontem sobre o buraco negro (eis o artigo), regressemos ao buraco ortográfico aberto pelo poder político.
Repare-se neste exemplo clássico:

Exactamente:
Menção de que o candidato declara serem verdadeiros os fatos constantes da candidatura.
Trata-se efectivamente de exemplo que é genuinamente clássico, conhecido no Palácio de São Bento, pelo menos, desde o dia 7 de Fevereiro de 2013 (cf. página 7 em “Documentação entregue [formato PDF]“). Entre a entrega do documento que redigi e o dia em que escrevo estas linhas, portanto, é só fazer as contas, deixa cá pegar num lápis aguçado, ora bem, já lá vai uma, já lá vão duas, já lá vão três, já lá vão, deixa cá ver… 322 semanas.
Até hoje, como se vê,

nada se fez.
Todavia, fala-se muito (“Portugal fez a sua parte“). Aliás, fala-se imenso (“Orgulho-me de ter assinado o Acordo em 1990“). Declara-se abundantemente (“O autor escreve segundo as normas do novo Acordo Ortográfico“) e profere-se bastante («Portugal “aguarda serenamente” a conclusão da ratificação do acordo ortográfico pelos membros da CPLP que ainda não o fizeram»), com tiros pela culatra.
Enfim, muita conversa e o buraco a aumentar.
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Lear. Blow windes,& crack your cheeks; Rage,blowVaunt-curriors of Oake-cleauing Thunder-bolts,[…]Heere I stand your Slaue,A poore, infirme, weake, and dispis’d old man— Shakespeare, “King Lear” (Folio I, 1623)
Reg. We shall further thinke of it.Gon. We must do something,and i’th’heate.— Shakespeare, “King Lear” (Folio I, 1623)
Segundo o Expresso, o secretário-geral da Fenprof duvida que esteja tudo preparado para uma abertura sem problemas do ano ‘letivo’. Mário Nogueira menciona uma visão idílica do ministro da Educação, por este garantir que tudo está preparado para que o ano ‘letivo’ comece com normalidade. De facto, se experimentassem uma abertura do ano lectivo, veriam que um dos problemas ficava logo resolvido.
Efectivamente, esta imagem actual do sítio do costume

deve-se a visões idílicas de anos ‘letivos’.
De facto, também a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, aparentemente, decorre com normalidade, ou seja, sem «estrangulamentos e constrangimentos».
Exactamente.
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Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
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