Hippolyte: Cher Théramène, arrête
— Racine, Phèdre
Fico triste, chateado, zangado, aborrecido.
— Rodolfo Reis, 23/4/2017
***

***
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Hippolyte: Cher Théramène, arrête
— Racine, Phèdre
Fico triste, chateado, zangado, aborrecido.
— Rodolfo Reis, 23/4/2017
***

***
Raras são as vezes que se tem oportunidade de ouvir um dos homens da luta anti-comunista.
Curioso é, perceber que este mesmo homem que foi o fundador e líder do Solidariedade (organização sindical independente do Partido Comunista da Polónia) apresentou hoje, nas Conferências do Estoril, uma visão antagónica do que temos ouvido nos dias que correm dos Camaradas Portugueses.
Lech Walesa, que esteve em várias manifestações anti-capitalistas durante o último ano, afirma que é preciso uma reforma do sistema económico Europeu: “Ninguém no seu devido juízo põe em causa a economia de mercado ou a propriedade privada (…) agora estamos numa nova era que exige organizações e estruturas completamente diferentes. Na ditadura a greve era a única solução. Mas agora cabe-nos a nós chegar a um consenso de como introduzir as reformas e medidas necessárias através do debate, para escolher as melhores opções para o desenvolvimento do futuro”. Será esta uma visão antagónica ou progressista do comunismo?
“Chamam violento ao rio que tudo arrasta, mas ninguém chama violentas às margens que o comprimem” Mayakovsky
Um movimento de desobediência civil consiste na recusa ativa e coletiva de se obedecer a uma lei ou a uma regra no sentido de levar o poder político a alterá-la. É quase sempre não violenta. Tem sempre uma finalidade social.
O conceito foi originalmente formulado por Henry David Thoreau por volta de 1850 nos EUA.
Difere da desobediência comum, do tipo estacionar em cima do passeio, por esta ter carater individual.
Difere da desobediência criminosa por esta não ter uma finalidade social.
Difere das transgressões comuns porque quer conquistar a adesão de uma maioria de pessoas, pelo que normalmente não é feita às escondidas. Usualmente não é anónima.
O exemplo mais conhecido foi o movimento anti colonialista de Mahatma Gandhi na Índia. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Recent Comments