
António Costa, a linha de sucessão e o futuro do país, ilustrado com a habitual genialidade do Nuno Saraiva, para o Inimigo Público, Série II. O jogo de tronos dos social-democratas segue dentro de momentos.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

António Costa, a linha de sucessão e o futuro do país, ilustrado com a habitual genialidade do Nuno Saraiva, para o Inimigo Público, Série II. O jogo de tronos dos social-democratas segue dentro de momentos.

A capa do Inimigo Público, da autoria do genial Nuno Saraiva, é todo um tratado à grunharia que caracteriza os estádios de futebol neste país. Não reflecte o comportamento de todos os adeptos, não é um exclusivo do Afonso Henriques, mas é uma constante. Grande Marega, que teve a coragem de virar as costas aos porcos e sair.

Capa do Inimigo Público desta semana.
O Inimigo Público (hoje), suplemento do Público, tem muita piadas. Não resisto a transcrever esta, já que rir é o melhor remédio:
O Ministério das Finanças está atento às novas modas urbanas e vai começar a submeter os condutores de bicicletas a um saque fiscal idêntico ao dos condutores de automóveis. Vítor Gaspar vai avançar para o Imposto Único de Circulação para Bicicletas, havendo penalizações mais pesadas para modelos mais luxuosos de bicicletas, como as Mountain Bike, as BTT e as bicicletas pasteleiras dos endinheirados hipsters. “É obrigatória a instalação de um dispositivo que custa 150 euros e que vai contar as calorias gastas. Vamos cobrar 5 euros por cada 100 calorias , valor que estará indexado à cotação da caloria nos mercados internacionais. Vamos cobrar portagens, estacionamento e vamos cobrar licenças especiais de uso de bicicletas dobráveis, licença de uso de capacete, licença de uso de suporte para garrafa de água, licença de uso de campainha, licença de uso de selim, licença de travão e de cavalinho. Quem usar bicicletas de fibra de carbono ou de titânio paga uma taxa extra. Vamos penhorar as chupetas a todas as crianças que tenham a licença de uso de rodas de apoio caducada”, informou Vítor Gaspar. JH
P.S. – temos que estar preparados para tudo. Qualquer dia até se cobra imposto por circular a pé pela rua…
Depois de um post «depressivo» como o que escrevi atrás, rir é o melhor remédio…
O Inimigo Público é um suplemento genial daquele jornal.
Hoje, apetece-me fazer «copy/paste» de algumas piadas:
1. “Clube dos distritais muda de nome para Relvas Futebol Clube para subir à primeira divisão num ano” (JH);
2. “Bloggers do PSD pagos a €3, 96/ hora pelo Governo para não dizerem nada sobre o Relvas” (JH)
3.” Licenciados da Lusófona em Ciência Política que foram obrigados a estudar 4 anos estão a assistir ao caso Relvas no ‘call center’ com enorme consternação” (JH)
4. “Relvas já foi apagado do Orçamento de Estado para 2013” (MB)
5. ” Ciganos vendem piadas do Relvas para usar nas redes sociais a 1 euro” (JH)
(JH-João Henrique; MB- Mário Botequilha)

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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