Quem tem mais de setenta anos tem direito a fazer hemodiálise, se pagar
Disse Manuela Ferreira Leite num debate de (pasmem) “senadores”, na SIC Notícias. Veja e ouça o leitor com os seus olhos e ouvidos porque até parece que eu estou a mentir:
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Quem tem mais de setenta anos tem direito a fazer hemodiálise, se pagar
Disse Manuela Ferreira Leite num debate de (pasmem) “senadores”, na SIC Notícias. Veja e ouça o leitor com os seus olhos e ouvidos porque até parece que eu estou a mentir:
Tive violentas discussões na blogoesfera por causa do Sistema de Saúde nos USA. Que deixa de fora, sem assistência médica, 40 milhões de pessoas. É uma luta que está a ser travada pelo presidente americano contra os interesses das seguradoras e dos Republicanos.
No (i) vem a história de John Brodniak, contada por Nicolas Kristof.
O John é um jovem de vinte e três anos, que começou há dois anos a ter violentas dores de cabeça. TACs e outros exames revelaram a existência de um tumor que pode ser operado. Isto é, o John pode ser salvo. Mas o Jonh, que trabalhava numa carpintaria na cidade natal, teve que ir para casa por causa da sua doença. Quando tem as violentas dores de cabeça, o John dirige-se ao hospital onde lhe ministram uns medicamentos contra as dores e mandam-no para casa.
Ninguem está disposto a operá-lo porque o John perdeu o seguro de saúde quando saiu da empresa, e não há, nem cirurgião nem hospital que o opere sem seguro, ou melhor, sem dinheiro. O John vai morrer. Candidatou-se a um programa Medicaid do Oregon mas não encontra um médico que aceite operá-lo por um preço tão baixo. O Medicaid é um programa de saúde governamental.
Se um senador, que se opõe à reforma do sistema de saúde, passasse na rua quando o Jonh desmaia com as dores lacinantes, nós acharíamos que se tratava de um monstro se nada fizesse.
Não será igualmente um criminoso alguem que recusa a cobertura de saúde a milhares de cidadãos como o John?

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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