
Ao contrário do aventador António de Almeida, eu nunca acreditei muito no potencial da candidata Kamala Harris.
Hoje, dou a mão à palmatória: o António de Almeida tinha razão. Assisti em directo, através da CNN Internacional, ao discurso de aceitação de Kamala Harris.
A primeira parte é um tratado de comunicação de massas. Poderoso. Que vai ao coração do eleitorado que importa e a América adora uma boa história “lamechas”. A terceira e última parte, internacionalista, foi de tomates – nem Obama iria tão longe (as mulheres sempre tiveram mais “tomates” que os homens, diga-se). Israel e Palestina no tom e modo certo. Foi preciso esperar por 2024 para voltar a ouvir um grande discurso de aceitação, o último tinha sido em 2008, com Obama.
Sobretudo, imperou em todo o seu discurso o bom senso e como este faz falta à política na actualidade






O Sr. Trump já nos habituou – felizmente, mais aos americanos do que a nós – à porcaria que aquela lixeira em forma de boca vomita. Ultimamente, não raras vezes com a posterior justificação de que estava a brincar, tem atacado de forma violenta Hillary Clinton. Se na semana passada, já os limites do razoável foram mais uma vez atingidos com a sugestão de que a Rússia deveria espiar a conta de email da adversária, ontem, 3ª feira, dia 9/8/2016, a coisa foi muito para além do aceitável. Este nojo com duas patas, este ser do mais podre que há, apelou a que, se Hillary ganhasse as eleições, os defensores da 2ª emenda 











Recent Comments