A Opinião de Manuela Ferreira Leite sobre a hemodiálise

Quem tem mais de setenta anos tem direito a fazer hemodiálise, se pagar

Disse Manuela Ferreira Leite num debate de (pasmem) “senadores”, na SIC Notícias. Veja e ouça o leitor com os seus olhos e ouvidos porque até parece que eu estou a mentir:

Comments


  1. PPP.

    Para a Puta-que-a-Pariu…


  2. Que nunca vos falte dinheirinho para BPN…


  3. Não apologista da violência mas se de vez em quanto limpassem o sebo a uns quantos políticos/opinadores talvez os outros pensassem duas vezes antes de abrir a boca a propor medidas parvas.

  4. bruno casimiro says:

    pois, é pena é esta afirmação ter aqui sido colocada completamente fora do seu contexto. À mesma mesa o António Barreto e o Sobrinho Simões defenderam exactamente o mesmo. Sem prejuízo da justeza do argumento, as coisas são o que são.


  5. São conhecidas as dificuldades semânticas da dra. Ferreira Leite. Proponho, para a manutenção da qualidade nos serviços públicos de saúde, o extermínio piedoso de todos os políticos com mais de 70 anos a exercer funções profissionais/políticas. Como a dra. MFL tem 72, o dr. Eduardo Catroga vai fazer 70, prof. Aníbal 73 e o velho do restelo 80, imaginem só as receitas que se poupavam em pensões que permitiriam hemodiálise a cidadãos desfavorecidos! 🙂
    Just kidding


  6. A senhora se tivesse ficado calada faria muito melhor figura. Não tendo havido mosca saíu asneira!
    Para a senhora quem tem dinheiro pode viver até aos 100 ou mais, pois lá se arranjará a pagar as contas, se pelo contrário não tiver, que se lixe, que sofra ou que morra, pois assim o estado poupará imenso.
    Talvez o bruno casimiro não tenha estado com atenção a todo o programa, e o que se falou foi do racionamento dos serviços e da sua boa prática, dos custos exageradíssimos que as farnacêuticas embolsam e os produtores de equipamentos hospitalares de ponta, dos desvios nos custos hospitalares em explicação possível.
    Talvez perguntar se é mais racional dar um carro topo de gama a cada um dos gestores hospitalares em vez de se gastar na profilaxia da tuberculose. Se é mais útil dar gabinetes de luxo a gestores hospitalares e reclamar da falta de verbas para a compra de medicamentos.
    Talvez no poupar e nas boas práticas se ganhe mais e melhor do que no racionamento.

  7. Jorge Ralha says:

    … e porque razão o gestor hospitalar não há-de ter um “topo de gama” ???….. se os membros do governo (supostos exemplos) fazem o mesmo ???… poupar… ? quem?….

  8. Nightwish says:

    Tão doentes? Pois que morram, porque não podem contribuir para a burguesia.

  9. Observador says:

    Também ouvi em directo. Coitada, subiram-lhe os intestinos à cabeça!…

    E, que fique claro: os outros paineleiros não disseram a mesma coisa.

  10. MAGRIÇO says:

    Estar doente é um vício burguês, como comer caviar ou lagosta e beber Moët & Chandon. Quem quiser estar doente que pague, essa agora! Consta até que o ministro slow motion Gaspar pensa contratar um especialista da ex URSS para injectar os jovens maiores de 70 anos na orelha para corrigir a derrapagem do orçamento. Digam lá que o homem não é criativo…


  11. Eu ouvi em directo!!!!
    E depois interpelada pelo António Vitorino tentou meter os pés pelas mãos e corrigir… o incorrigível!

  12. Max Cady says:

    A senhora não deve saber que um tratamento de hemodiálise custa pelo menos 2000 euros por mês.
    Diga-me quais os portugueses com capacidade económica para suportar este custo?
    Só há outra solução: deixá-los morrer.
    Porque não discutem a questão dos transplantes? O ministro da saúde defendeu uma redução do nº de transplantes porque o nosso país não consegue suportar os custos. Mas se pensarem bem quanto não se poupa num transplante……

  13. Konigvs says:

    A senhora ao menos tem um discurso coerente diz o que pensa, ao invés este preto de Massamá em que 2 milhões de portugueses votaram nem opinião tem sobre nada, governa ao sabor do vento.

    Só me pergunto por que é que a direita ainda não voltou a criminalizar o aborto – relembro que o referendo não foi vinculativo. O dinheiro que se poupava no SNS!!!
    Mas façam-no como deve ser, metam as mulheres todas na cadeia, bem como as parteiras.

    O gozo que me dá em a direita ter abocanhado tudo, desde a presidência da república, governo e assembleia é saber que estou mal, mas que há tanta pessoa pior que eu!!! Ainda por estes dias estava a passar na minha rua – 100% PSD (menos eu!!) – e ouvia a conversa entre duas senhoras “já viste o que se vai ter de pagar nos hospitais?” Eu sorria por dentro. Quiseram a direita? Agora fôdam-se todos!! Não têm dinheiro para pagar nos hospitais? Morram.


  14. essa senhoras deveria provar o remédio que quer dar aos outros.


  15. Por acaso não a ouvi dizer exactamente isso…

  16. bruno casimiro says:

    #6
    primeiro – racionamento diferente de racionalizar

    A ideia do racionamento do acesso universal e GRATUITO foi defendida por todos, especialmente no sentido da adequação de determinados actos médicos, como foi dado o exemplo da hemodiálise, aplicação de próteses, tratamentos de doenças como o cancro etc…, sempre na perspectiva da utilidade de tais actos para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

    O que foi dito foi que o acesso gratuito deve limitar-se a quem não pode pagar. E volto a repetir, esta ideia foi defendida por todos claramente, com excepção do douto guterrista vitorino.

    A alternativa a este racionamento (que não será só na saúde) é a manutenção de um SNS cada vez mais degradado e mirrado, em que aí sim, os mais pobres só terão acesso a cuidados de saúde de segunda que lhe serão proporcionados por técnicos de refugo que só não passam para o privado porque não têm qualidade.

    Porque a questão de fundo é esta. os recursos são parcos. Há que dar-lhes bom uso. Há que evitar os fenómenos de novo riquismos como carros de topo, salários milionários, etc… mas no fim os recursos continuam escassos e há que fazer opções. Eu sou pela via da protecção dos mais fracos pela via da manutenção dos serviços essenciais do estado, sendo que aqueles que podem, devem pagar mais. Se isto põe em causa a gratuitidade universal, eu acho preferível sendo que dessa forma os que menos podem saõ mais protegidos.

    #13 isto não é uma questão de esquerda ou direita.Foi essa atitude de esquerda radical anquilosada e desejosa dos amanhãs que cantam que nos trouxe até aqui. O humanismo e a solidariedade não são património nem da esquerda nem da direita.

  17. PHCR says:

    @Konigvs deixa estar que a tua esquerda marxista é melhor…

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