Quem tem mais de setenta anos tem direito a fazer hemodiálise, se pagar
Disse Manuela Ferreira Leite num debate de (pasmem) “senadores”, na SIC Notícias. Veja e ouça o leitor com os seus olhos e ouvidos porque até parece que eu estou a mentir:
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Quem tem mais de setenta anos tem direito a fazer hemodiálise, se pagar
Disse Manuela Ferreira Leite num debate de (pasmem) “senadores”, na SIC Notícias. Veja e ouça o leitor com os seus olhos e ouvidos porque até parece que eu estou a mentir:
[…] como insinua – é pago com o dinheiro dos contribuintes portugueses, mesmo por aqueles que, aos 70 anos, possam não conseguir pagar a vital hemodiálise… partilhar:Facebook Esta entrada foi publicada em geral, com as tags detesto pobres, gente rica […]
[…] A Opinião de Manuela Ferreira Leite sobre a hemodiálise […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
PPP.
Para a Puta-que-a-Pariu…
Que nunca vos falte dinheirinho para BPN…
Não apologista da violência mas se de vez em quanto limpassem o sebo a uns quantos políticos/opinadores talvez os outros pensassem duas vezes antes de abrir a boca a propor medidas parvas.
pois, é pena é esta afirmação ter aqui sido colocada completamente fora do seu contexto. À mesma mesa o António Barreto e o Sobrinho Simões defenderam exactamente o mesmo. Sem prejuízo da justeza do argumento, as coisas são o que são.
São conhecidas as dificuldades semânticas da dra. Ferreira Leite. Proponho, para a manutenção da qualidade nos serviços públicos de saúde, o extermínio piedoso de todos os políticos com mais de 70 anos a exercer funções profissionais/políticas. Como a dra. MFL tem 72, o dr. Eduardo Catroga vai fazer 70, prof. Aníbal 73 e o velho do restelo 80, imaginem só as receitas que se poupavam em pensões que permitiriam hemodiálise a cidadãos desfavorecidos! 🙂
Just kidding
A senhora se tivesse ficado calada faria muito melhor figura. Não tendo havido mosca saíu asneira!
Para a senhora quem tem dinheiro pode viver até aos 100 ou mais, pois lá se arranjará a pagar as contas, se pelo contrário não tiver, que se lixe, que sofra ou que morra, pois assim o estado poupará imenso.
Talvez o bruno casimiro não tenha estado com atenção a todo o programa, e o que se falou foi do racionamento dos serviços e da sua boa prática, dos custos exageradíssimos que as farnacêuticas embolsam e os produtores de equipamentos hospitalares de ponta, dos desvios nos custos hospitalares em explicação possível.
Talvez perguntar se é mais racional dar um carro topo de gama a cada um dos gestores hospitalares em vez de se gastar na profilaxia da tuberculose. Se é mais útil dar gabinetes de luxo a gestores hospitalares e reclamar da falta de verbas para a compra de medicamentos.
Talvez no poupar e nas boas práticas se ganhe mais e melhor do que no racionamento.
… e porque razão o gestor hospitalar não há-de ter um “topo de gama” ???….. se os membros do governo (supostos exemplos) fazem o mesmo ???… poupar… ? quem?….
Tão doentes? Pois que morram, porque não podem contribuir para a burguesia.
Também ouvi em directo. Coitada, subiram-lhe os intestinos à cabeça!…
E, que fique claro: os outros paineleiros não disseram a mesma coisa.
Estar doente é um vício burguês, como comer caviar ou lagosta e beber Moët & Chandon. Quem quiser estar doente que pague, essa agora! Consta até que o ministro slow motion Gaspar pensa contratar um especialista da ex URSS para injectar os jovens maiores de 70 anos na orelha para corrigir a derrapagem do orçamento. Digam lá que o homem não é criativo…
Eu ouvi em directo!!!!
E depois interpelada pelo António Vitorino tentou meter os pés pelas mãos e corrigir… o incorrigível!
A senhora não deve saber que um tratamento de hemodiálise custa pelo menos 2000 euros por mês.
Diga-me quais os portugueses com capacidade económica para suportar este custo?
Só há outra solução: deixá-los morrer.
Porque não discutem a questão dos transplantes? O ministro da saúde defendeu uma redução do nº de transplantes porque o nosso país não consegue suportar os custos. Mas se pensarem bem quanto não se poupa num transplante……
A senhora ao menos tem um discurso coerente diz o que pensa, ao invés este preto de Massamá em que 2 milhões de portugueses votaram nem opinião tem sobre nada, governa ao sabor do vento.
Só me pergunto por que é que a direita ainda não voltou a criminalizar o aborto – relembro que o referendo não foi vinculativo. O dinheiro que se poupava no SNS!!!
Mas façam-no como deve ser, metam as mulheres todas na cadeia, bem como as parteiras.
O gozo que me dá em a direita ter abocanhado tudo, desde a presidência da república, governo e assembleia é saber que estou mal, mas que há tanta pessoa pior que eu!!! Ainda por estes dias estava a passar na minha rua – 100% PSD (menos eu!!) – e ouvia a conversa entre duas senhoras “já viste o que se vai ter de pagar nos hospitais?” Eu sorria por dentro. Quiseram a direita? Agora fôdam-se todos!! Não têm dinheiro para pagar nos hospitais? Morram.
essa senhoras deveria provar o remédio que quer dar aos outros.
Por acaso não a ouvi dizer exactamente isso…
No SNS há consultas de otorrino, pode consultar desde que marque ou aguarde por uma urgência no seu centro de saúde.
#6
primeiro – racionamento diferente de racionalizar
A ideia do racionamento do acesso universal e GRATUITO foi defendida por todos, especialmente no sentido da adequação de determinados actos médicos, como foi dado o exemplo da hemodiálise, aplicação de próteses, tratamentos de doenças como o cancro etc…, sempre na perspectiva da utilidade de tais actos para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.
O que foi dito foi que o acesso gratuito deve limitar-se a quem não pode pagar. E volto a repetir, esta ideia foi defendida por todos claramente, com excepção do douto guterrista vitorino.
A alternativa a este racionamento (que não será só na saúde) é a manutenção de um SNS cada vez mais degradado e mirrado, em que aí sim, os mais pobres só terão acesso a cuidados de saúde de segunda que lhe serão proporcionados por técnicos de refugo que só não passam para o privado porque não têm qualidade.
Porque a questão de fundo é esta. os recursos são parcos. Há que dar-lhes bom uso. Há que evitar os fenómenos de novo riquismos como carros de topo, salários milionários, etc… mas no fim os recursos continuam escassos e há que fazer opções. Eu sou pela via da protecção dos mais fracos pela via da manutenção dos serviços essenciais do estado, sendo que aqueles que podem, devem pagar mais. Se isto põe em causa a gratuitidade universal, eu acho preferível sendo que dessa forma os que menos podem saõ mais protegidos.
#13 isto não é uma questão de esquerda ou direita.Foi essa atitude de esquerda radical anquilosada e desejosa dos amanhãs que cantam que nos trouxe até aqui. O humanismo e a solidariedade não são património nem da esquerda nem da direita.
@Konigvs deixa estar que a tua esquerda marxista é melhor…