Um documentário sobre o excesso de consumo, o excesso de produção, o excesso de exploração de recursos. Um filme sobre falta de sustentabilidade, aspirações e desafios. Legendado em português.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Um documentário sobre o excesso de consumo, o excesso de produção, o excesso de exploração de recursos. Um filme sobre falta de sustentabilidade, aspirações e desafios. Legendado em português.
Tecnocratas, higienistas, grossistas, retalhistas & outros istas andaram anos a construir um “maravilhoso mundo novo” no que toca aos padrões de consumo, distribuição e ao que chamam de segurança alimentar.
O resultado está à vista. Desequilíbrios em toda a linha, da produção ao consumo, excesso de resíduos, abandono progressivo da ideia de reutilização, favorecimento das grandes cadeias de distribuição, normalização de produtos, desaparecimento quase total da venda a granel, criação de mentalidades com níveis absurdos de “exigência”.
Agora, o Parlamento Europeu chega a uma infeliz conclusão: 50% dos alimentos na Europa – onde existem 79 milhões de pobres – acabam desperdiçados, no lixo. Criado este cenário de desbragamento e de falta de respeito pelos recursos e alimentos, nós, consumidores domésticos, somos os que mais desperdiçam.
Trata-se de um paradoxo cultural que atravessa as sociedades contemporâneas e que necessita de ser posto rapidamente em causa: quanto mais civilizados nos julgamos, mais incivilizadamente nos portamos.
…ou OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA. Baterias que deixam de trabalhar ao fim de dezoito meses, lâmpadas que fundem ao fim de mil horas, impressoras que param de repente, veja como a indústria programa os objectos de forma a terem curta duração ou a avariarem propositadamente, com o fim de o fazerem comprar um novo. Perceba porque é mais barato deitar fora do que mandar consertar. Compare o discurso “verde” e “ecológico” das empresas com a sua prática, veja como algumas tecnologias regridem e pioram os desempenhos, e constate o óbvio: é feito estudadamente e com precisão para avariar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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