O contra-tenor Jakub Józef Orliński canta “Verei com a minha amada”, ária da ópera “Il Giustino”, de Vivalvi.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O contra-tenor Jakub Józef Orliński canta “Verei com a minha amada”, ária da ópera “Il Giustino”, de Vivalvi.
Quatro Estações, Vivaldi (RV 297) – Inverno – Cynthia Freivogel, Voices of Music
Cada um dos doze andamentos de As Quatro Estações foi enquadrado por Vivaldi com um soneto, o qual ilustra o quadro musical desta obra de música descritiva. Com alguma imaginação, consegue-se ouvir o canto das aves na Primavera ou as tenebrosas tempestades de Verão. Supõem-se que estes sonetos terão sido escritos pelo próprio Vivaldi. Uma tradução pode ser encontrada em A Matéria do Tempo, da qual se deixa aqui uma parte.
| A Primavera – 1º andamento: Allegro | ||
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Giunt’ è la Primavera e festosetti |
Chegada é a Primavera e festejando |
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Vengon’ coprendo l’ aer di nero amanto |
Uma tempestade cobre o ar com negro manto |
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Nota: Os quatro concertos estão disponíveis na Wikipedia para ouvir e para transferir.
Concerto em Dó Maior para bandolim, cordas e cravo (RV 425), de António Vivaldi (escrito em 1725). Composto por três andamentos (Allegro, Largo e Allegro), é um concerto emblemático para este instrumento, explorando o seu potencial sonoro e dando ao executante palco para virtuosismo. Solista: Duilio Galfetti.
Sarah passa um dia com o músico israelita Avi Avital e com o seu bandolim. Eles viajam através de Berlim num riquexó, fizeram um «piquenique de instrumentos de plectro» e Avi convence os amantes da música tecno que o bandolim é um instrumento realmente porreiro.
Quem quiser saltar para o lado esotérica, pode ir directamente para o ponto onde um concerto de Vivalvi é tocado num festival de música electrónica. Música barroca neste contexto? O melhor é ver e ouvir.
(Vídeo em inglês, do programa Sarah’s Music do canal alemão DW)
Os homens notáveis são aqueles cujas existências e obras perduram na memória e admiração da humanidade, geração após geração, século após século. Ontem, com o “Aventar em obras”, não tive a oportunidade de homenagear António Vivaldi, nascido em Veneza em 4 de Março de 1678 (4 de Março é também a data de aniversário da minha filha mais nova).
Este género de homenagem a compositores musicais proporciona-me igualmente um sabor especial: o prazer de diminuir todos aqueles que de forma sistemática, na blogosfera ou fora dela, se entregam ao prazer mórbido da cabotinagem.
Apesar da dita homenagem não ter podido realizar-se ontem, aqui, não me dispensei de o fazer hoje com recurso a um video das famosas “4 Estações”.
Vencidos, à primeira hora do primeiro dia da primeira estação, os cabotinos iniciam o regresso à toca, mudos e de orelhas caídas. Coitados! … mas voltam sempre a cabotinar.
Têm montes de pinta no fim, quando acabam e abanam os cabelos.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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