Uma boa notícia é uma boa notícia


Patrões e trabalhadores do sector do calçado chegam a acordo histórico:

Comments

  1. Rui Naldinho says:

    Há dias vinha uma notícia em que a marca LIDL, passe a publicidade, iria vincular todos os seus trabalhadores, acabando com a porcaria dos recibos verdes, isto para além de contratar mais gente por motivos de ampliação da sua rede.
    Ontem o Público traz esta notícia sobre a igualdade dde salários para trabalho igual seja “macho” ou “fêmea”, “maçarico” ou “maduro”.
    Se tudo isto não passar apenas de um golpe publicitário, quero acreditar que não, até porque a marca alemã não tem nenhuma fundação em Portugal para dar emprego aos cristãos novos, reformados, que por ali vão aparecendo, quase todos eles ex socialistas convertidos ao liberalismo depois de andarem anos a fingir que eram do contra, ocorre-me fazer a pergunta:
    Porque é que só agora isto está a acontecer, e não houve a oportunidade de patrocinar estas medidas no passado?
    A resposta como devem imaginar é fàcil, não fossemos nos um país geringoncico.

  2. JgMenos says:

    Quererá isto dizer que antes os contratos diziam, para uma mesma categoria (costureiro/costureira) salários diferentes?

    Duvido que assim seja, e palpita-me que temos propaganda de grandes conquistas do proletariado para consolo dos mansos geringonços e escova do patronato ao poder.

    • Rui Naldinho says:

      A notícia é do Público, e o jornalista o Manuel Carvalho, um “esquerdalho dos quatro costados”…
      Queres ver que o rapaz é militante do BE, e a gente não sabe?

    • José Fontes says:

      O olharapo JgMenos (nickname do cromo cretino João Pires da Cruz) voltou das férias pascais para retomar a sua homilia, depois de ter terminado a «teoria económica da merda» em que tem andado a trabalhar e que publicou recentemente no Observador.
      Querem ler?
      Tem o título: «Mas quem haveria de pagar?»
      http://observador.pt/opiniao/mas-quem-haveria-de-pagar/
      Reparem bem no sorriso de palerma e nos olhinhos de estúpido.
      E o que é que se pode ler no artigo?
      Que os beneficiários do apoio do Estado à banca não foram os accionistas, nem os gestores, nem os trabalhadores bancários, fomos nós, que metemos o dinheiro dos nossos impostos mesmo que não tenhamos contas nem poupanças nos bancos.
      Brilhante!
      Este Menos, em cretinice brilha demais.

    • Ernesto says:

      És mesmo burro! Mas eu dissipo as tuas dúvidas:

      “Quererá isto dizer que antes os contratos diziam, para uma mesma categoria (costureiro/costureira) salários diferentes?”
      Não, mas era o que se verificava, discrepância remuneratória por género. Com este acordo, no sector mencionado, deixa de, legalmente, ser possível tal injustiça! Fácil de entender, não é João Cruz?

      “Duvido que assim seja, e palpita-me que temos propaganda de grandes conquistas do proletariado para consolo dos mansos geringonços e escova do patronato ao poder.”
      Oh burro, em 1º lugar, a noticia fala de um ACORDO entre “patrões e trabalhadores”, logo , não cola essa tua tentativa mediocre de spin!
      Mais ainda se tivermos em conta o mensageiro da noticia, que tem menos relação com a esquerda do que o Núncio com a Venezuela!

      Vai mamar na pata dos teus donos, josé!

      • JgMenos says:

        És um burro.
        O contrato é o salário mínimo. A partir daí quem mais produz mais ganha – se a empresa tem um mínimo de organização e ambição.
        Só a carneirada de esquerda quer tudo a comer o mesmo da mesma gamela!
        Cretino.

        • Ernesto says:

          Salário minimo que devia ser maior! O que achas tu disso?Pois..Oh estupido,e a produtividade mede-se pelo género?!És mesmo lacaio..

        • José Peralta says:

          “O contrato é o salário mínimo. A partir daí quem mais produz mais ganha – se a empresa tem um mínimo de organização e ambição”.

          Ora aí está ! Esta era a política/religião de henri ford, um pré- nazi e, pelos vistos, a do “menos” ! Organização” de linhas de montagem, em que os trabalhadores eram “peças” integrantes, para satisfazer…a ambição da empresa. ! No caso, a “Ford” !

          E “a partir daí” quem mais “produzisse”…mais ganhava…

          E quem era que ganhava, , quem era ? Diz comigo ó menos !. ERA A “FORD” !!!

          Grita mais alto, ó menos ! : ERA A “FORD” !

          Desumanização, trabalho escravo, é esta a “pulhítica dos jgmenos desocupados, que andam “por aì” em nome da “organização e ambição” da…”empresa”…

          Coisas do “passado” ? Vão ver o trabalho escravo em certas empresas, as operadoras de caixa em supermercados, em “call-centers”, com ordenados miseráveis, e “chefes” que são autênticos “kapos”, etc., etc.

          Tudo em nome da “organização” e da “ambição” da…”empresa” !!!!

          E depois digam que são… “coisas do passado”…

          ÉS UM PÂNDEGO, Ó “MENOS” !

    • José Peralta says:

      Queres dizer “na tua” mansidão, ó menos, que as mulheres, POR NORMA, NÃO SÃO descriminadas em trabalho igual, em relação aos homens ?

      E que por ser, por enquanto, uma excepção, é que a notícia é…notícia ?

      Não passas de um manso caranguejola, sempre de joelho no chão e boné na mão, aos teus donos !

      (Donos que andam numa maré de azar, que só vista ! E então com a propaganda que AINDA fazem das “suas” grandes conquistas 2011-2015″, cada vez mais, depois de cada queda…COICE !)

    • Caro JgMenos um idiota é sempre um idiota e brinca alarvemente com a desgraça dos outros.

  3. JgMenos says:

    Doeu-te a mansidão, Peralta?
    Eu só tive patrão na tropa, e obrigavam-me a andar de boné na cabeça, não na mão. Podes dizer o mesmo, proleta?
    E o que quero dizer, digo, não preciso de intérpetres de má-fé com tu para o dizerem por mim.

    • José Peralta says:

      Mas qual “mansidão, ó “menos” ! A tua ?

      Vais ficar “desiludido” ! Tu e “ela” só me fazem rir, “henri ford” de aviário !

      • JgMenos says:

        A tua triste figura, Peralta, não me faz rir, é demasiada retardada no tempo e no pensamento.
        Tira os prémios de produção aos alemães e vê-los-á saírem à rua.
        Vou-te contar uma história:
        Em 1975 a CGTP veio para a negociação de um CCT com a regra: proíbem-se os prémios de produção, por outras palavras, tudo a comer o mesmo da mesma gamela.
        Convocaram-se as empresas estrangeiras à negociação, os taos Ford de que tu falas, que o patronato portuga come de mansinho e não se mete a garantir prémios..
        Um espectáculo! gestores, tradutores, nacionalidades várias.
        A comunada arenga a sua treta ideológica.
        Cinco minutos de traduções, uma resposta: vamos embora.
        De profundis pela proposta.
        É essa a tua figurinha 42 anos depois!!!

        • José Peralta says:

          Se parasses dois minutos em frente a um espelho, talvez reparasses na triste figura de trapaceiro, a tentar vender a banha da cobra a incautos !
          Bateste à porta errada…
          Porque a ti, não interessa comentar os exemplos concrectos que eu, por comparação, citei, do trabalho escravo em call-centers”, ou das operadoras de caixa, do “Continente”, etc., etc., etc.
          Vais logo buscar os “prémios de produção dos alemães”, porquê ?
          Precisavas de ir tão longe ?
          Queres o exemplo da Auto-Europa, e dos seus acordos laborais bem sucedidos !
          O que dizes a “Isto” ?
          http://www.uc.pt/feuc/ultimo_mes/docs/2016/dezembro/2016_-_12_-_09_-_JE_-_O_modelo_de_luxo.pdf
          Achas que se trata dos “ford” de 1975, de que falas, como se eu tivesse alguma coisa a ver com isso ?
          Mas a Auto-Europa, constitui uma das poucas excepções, em Portugal.
          Porque o comum aqui, são os “ford” da actualidade, que dão pelo nome de “belmiros” e quejandos !
          Mas desses…não falas ? Claro que não ! Mesmo que não passes de um “cronista” borra-botas do “observador”, o teu lema, para ficares “bem visto” pela direitalha, é o mesmo dos “ford” portugueses : “O contrato é o salário mínimo. A partir daí quem mais produz mais ganha – se a empresa tem um mínimo de organização e ambição”.

          Vai lá agora, ver-te ao espelho, figurinha 42 anos depois, a dar-se ares de figurão…

          • JgMenos says:

            Peralta, não sei se és tolo ou só ignorante.
            Sabes quem construiu os exemplos da Auto.Eurpa? A luta sindical alemã e a inteligência de uma comissão de trabalhadores em adoptar-lhes o modelo.
            Quanto ao mais, a estupidez sindical de 1975 persiste até hoje: Abril, sempre!

          • José Peralta says:

            Portanto, partes do princípio de que eu não conheço o excelente trabalho de António Chora e da sua equipa !

            E vê lá que ele até é do partido de que eu sou apoiante !

            Só “desgraças” não é ?

            E se “a luta sindical alemã” está na génese de um acordo laboral bem sucedido…viva a luta sindical alemã, e que ela se reproduza e multiplique em todos os países !

            O que é “um perigo” para os “ford” que pensam como tu…

          • JgMenos says:

            Já viste algum vestígio de reprodução na CGTP?
            Já viste nas acções de formação sindical algo que se relacione com produtividade?
            Já viste prémios regulamentados em contratos?
            Chamam pelo Ford, que a estupidez vive de fantasmas.

        • José Peralta says:

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