Depois de Mário Monti, eis que Itália se prepara para ser novamente governada por um tecnocrata da escola do FMI. A democracia italiana vive dias arrepiantes.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Depois de Mário Monti, eis que Itália se prepara para ser novamente governada por um tecnocrata da escola do FMI. A democracia italiana vive dias arrepiantes.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Onze inicial do Benfica no jogo de apresentação da época 1982/83, numa vitória por 4-2 frente ao Ferencvaros. Em cima, da esquerda para a direita: Nené, Filipovic, Humberto Coelho, António Bastos Lopes, Shéu e Bento. Em baixo: Veloso, Chalana, Carlos Manuel, Alves e Pietra.

“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
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Nós inventamos cada uma …
O CDS e o PSD chamam à nossa esquerda, esquerda radical e nós, entretemos-nos a chamar “direita” a estes fascistas, uns reciclados e outros, recauchutados…
Tal como em Itália, esta direita que ataca sem cessar as conquistas da democracia, são neo-fascistas reinventados e travestidos de conceitos “democráticos” que assassinarão mal tenham o poder.
Deixemos de ser politicamente correctos 🙂
Estamos, desde há uns tempos para cá, com um grande problema – acho eu.
Face ao convencimento, quase universal, a nível dos poderes, de que não há alternativa ao sistema actual – caracterizado pela subjugação ao neoliberalismo, aos mercados e à globalização – alguns poderes e países têm tentado outras opções.
Certos caminhos apontam para sistemas intolerantes, negando praticamente tudo os que lhes lembrem democracia; contudo, alguns, porque de natureza nacionalista, apontam para caminhos nos quais os países e nações tenham algo a dizer.
No caso de Itália, o governo que não o chegou a ser apontava neste sentido, contudo foi prontamente apelidado de populista por todo o tipo de forças – esquerda, centro, direita – e, com este apoio, os antes falados – onde campeia a intolerância – avançam.
Daí eu ter começado por dizer, que estamos com um grande problema, porque ao se rejeitar soluções de natureza nacionalista, mais não estamos que apoiando os defensores do neoliberalismo e da globalização.
Ou então, não sabemos o que queremos e é melhor para nós?
Ora bem, quando tudo o que não é Globalista é nacionalista… E, já agora, o país do sol que não nasce para pedintes da dívida fica no último grupo, certo? Pois…