
9 anos, 4 meses e 2 dias
04/07/2018 by

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[…] via 9 anos, 4 meses e 2 dias — Aventar […]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
[…] via 9 anos, 4 meses e 2 dias — Aventar […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Desculpe, como professora que sou tenho de roubar.
Ladrão que rouba a ladrão…
… tem 100 anos de perdão.
O governo não roubou tempo de trabalho nenhum aos professores: todo o tempo de tratablho prestado foi pago, pelo salário mensal que os professores receberam.
Roubar tempo de trabalho seria não o pagar. Não foi o caso.
Com certeza! É pena que o seu patrão não veja este post. Podia perfeitamente passar a pagar-lhe metade do que ganha. Seria na mesma um salário mensal, pelo que não lhe estaria a roubar nenhum tempo de trabalho.
Até porque tempo de trabalho até os escravos têm. Não têm é o resto, mas não se pode considerar um roubo. Até porque não lhe podem roubar salário. Não se pode subtrair zero a zero. Mas já não tenho a certeza, depois de me ter informado sobre a célebre Teoria de Caeiro.
Brilhante, Luís Lavoura! A progressão na carreira dos professores depende também (também), concorde-se ou não, do tempo de serviço. O governo diz que uma parte desse tempo de serviço prestado não vai contar para a progressão. Logo, o governo não está a roubar tempo. Brilhante!
Pois eu (que também sou funcionário público) trabalho na minha carreira há 25 anos e ainda nunca progredi nela, a não ser uma única vez em que houve um concurso que me permitiu subir. E não tenho grandes esperanças de voltar a subir na minha carreira até me reformar, porque não haverá mais concursos para esse efeito. Por isso acho uma vergonha essa coisa de os professores quererem subir na carreira só por estarem tempo nela. Quanto mais cedo o governo acabar, de jure ou de facto, com essa prática, melhor.
Um conselho: lute pelos seus direitos e não seja invejoso. É feio!
Lavoura por mais que tente penetrar nesses terrenos, não vale a pena: não há charrua que ali penetre – é só calhaus.
Como essa do ZE Carioca a contrapor ao seu argumento de que o trabalho dos professores é pago pelo ordenado mensal que recebem, que o seu patrão lhe deveria retirar metade do seu ordenado.
Ficamos assim a saber que o tempo de serviço deles é equivalente a metade do ordenado do Lavoura.
Sendo este ZE Carioca professor de matemática, e a gente fica a perceber os resultados na matéria.
Estamos bem, estamos!!!
Pois é! V. Exa. passa a vida a ler os Almanaques do Tio Patinhas e depois já nem sabe ler um texto em português!
Aquilo que acontece ao Luís e a muitos outros é uma injustiça que não se resolve generalizando a injustiça (não lhe parece infantil considerar que os outros não devem ter aquilo que eu não posso ter? – por exemplo, concordo que os juízes tenham subsídio de alojamento, mesmo sabendo que isso não acontece com os professores que são obrigados a alugar quartos longe de casa). Vergonha é o Luís não saber ou não querer saber que os professores não sobem na carreira “só por estarem tempo nela”. De qualquer modo, os professores não detêm o poder legislativo: escreva aos deputados que o representam, faça alguma coisa.
É outra coisa, Luís: os governos, mesmo que não “de jure”, têm tudo controlado para que a maior parte dos professores (bons ou maus, não interessa) não chegue sequer perto do topo da carreira, graças a congelamento e quotas. Espero que assim fique mais satisfeito por saber que muitos estão nas mesmas circunstâncias que o Luís. Não há nada melhor do que vermos os outros tão mal como nós, não é?
Quem percebe da luta dos professores é o prof. Mário Nogueira.
Há quanto tempo não dá aulas?
Há 9A+4M e2D ou há mais?
(há muito mais, talvez)
Não tinha percebido que o “cartoon” era sobre o Mário Nogueira. Obrigado, caro felino.
Acho estranho colocarem todos os funcionários públicos “no mesmo saco”. Conheço muitos funcionários públicos que apenas possuem o 9ano e alguns nem isso, embora ao longo da carreira tenham feito formação e enrequecido o currículo. E os professores? Algum tem apenas o 9 ano ou 12 ano? Há trinta anos talvez isso fosse possível, mas esses há muito que já se reformaram. O sacrifício que eles fizeram e as suas famílias para obterem uma licenciatura é mais do que suficiente para terem uma progressão na carreira distinta.
E em termos de vencimento…? Aí as coisas não sao muito diferentes, infelizmente. Muitos, apenas com o 9ano, ganham o mesmo que um professor no 3 escalão!
Pois é…as opções que se fazem ate aos 18 anos e esse investimento na educação tem de dar frutos, caso contrário ninguém iria para o ensino superior, nem valeria a pena “queimar pestanas”.
Afinal discute-se a quadratura do circulo, cuja raiz quadrada para o “incomodo” de muitos noutros setores da vida profissional, é o prof.Mário nogueira que vai sendo eleito Democrática, Sistematicamente e Bem como Líder dos Professores, a sua resiliência e capacidade de embater no sistema petrificado do M. Educação é Históica! Está ai um “pardal” que diz que só teve um concurso na vida.., será trolha, lavador dos carros dos “inteligentes” deputados ou do Mister “Selfie”, etc…! Por acaso sabem o que é o ECD para o Ensino Publico, documento que à semelhança de Juizes, Médicos, Enfermeiros, Forças Militarizadas, etc…tem plasmado a mudança de escalões profissionais segundo determinadas condições( formação, créditos efetuados em ações, ocupação de cargos direção, etc…), não sabem do que falam e falam do que não sabem:..!