Os politólogos estão estupefactos: O PS consegue governar mais à Direita do que o PSD

Podia dar o exemplo da Educação, em que uma imbatível Maria de Lurdes Rodrigues, no que diz respeito ao ataque à Escola Pública em geral e aos professores em particular, é perseguida nos seus feitos pelo actual titular da pasta.
Podia dar o exemplo da Saúde, cujo SNS está pior do que alguma vez esteve – cortesia do Partido que o fundou.
Podia dar ainda o exemplo da Energia – no meio de todas as vergonhas de Pinho e Sócrates, o actual Governo consegue transformar uma dívida da EDP ao Estado numa dívida do Estado à EDP.
Pois, não há dinheiro. Mas para os mesmos de sempre há sempre dinheiro.
Podia dar n exemplos, mas não é preciso. O fim da austeridade é uma treta e a merda é a mesma de sempre. Desde o início mas sobretudo desde que é presidente do Eurogrupo, o ministro dos bilhetes do Benfica mais não faz do que sacar aqui e ali, cativar tudo o que mexe, meter-se com quem tem menos e acobardar-se perante os poderosos. Um corrupto moral que não passa disso mesmo – de um corrupto moral.
Quanto à Esquerda, continuará até ao fim da Legislatura refém do PS. A engolir sapos perante um Governo mortinho por que o façam cair para depois poder governar em maioria absoluta. Perante um Governo que actualmente está mais próximo do PSD do que da Esquerda.
Alguma vez esteve mais longe?

Comments

  1. antonio Lourenço Antunes says:

    Vai dar banho ao cao….que estupidez de comentario


  2. Eu não votei PS (nem CDU, nem BE) mas ao ler este texto só posso achar que certamente não vivemos no mesmo país durante os últimos oito anos.

    É que, apesar de tudo, eu ainda me lembro – muito bem! – do que foi o governo dos executores de penhoras Passos & Portas Lda. E comprar Centeno com o Vitor Colossal Aumento de Impostos ou à Maria Swaps Albuquerque é só um bocadinho parvo.

    Mas posso ainda relembrar o Miguel-que-não-pôs-os-cotos-na-universidade-Relvas que acabou com freguesias a régua e esquadro, ou o ministro Álvaro Pasteis de Nata Pereira que ia baixar o preço dos combustíveis, ou o ministro da defesa em part-time Aguiar Branco que passava o tempo no seu escritório de advogados no Porto ou a ministra Cristas que eucaliptou o que faltava eucaliptar no país ou ainda o Lambreta Soares que amontoou crianças nos infantários…

    Parece que ninguém tem memória. Um dia destes ainda dizem que este governo é mais à direita que o Salazar!

  3. Rui Naldinho says:

    Atrevo-me a dizer que as maiorias absolutas agora são todas virtuais. Depois, nunca se confirmam, apesar das sondagens encomendadas. Desde 2005, já lá vão quase treze anos, ainda não se produziu nenhuma maioria absoluta. Para o PS alcançar esse desiderato, vai ter de fazer muito conturcionismo. As eleições europeias serão talvez a breve trecho, a maior sondagem, ainda que elas tenham sempre um enorme desinteresse, muito por culpa nossa.
    O PS vai tentar alcançar um bom resultado, mas está ele próprio refém das inúmeras cagadas em que se meteu. Admito até que engula espadas, num verdadeiro e derradeiro acto de magia para cativar eleitores. Não sei mesmo se não recorrerá ao nosso mago do regime.
    Eu por mim recuso-me a votar nessa gente. Já me escaldei com o Passos, para correr com o Sócrates, não vou agora escaldar-me com o Costa, parra correr com quem quer que seja.

  4. Paulo Marques says:

    Os tugas não aprenderam com Pinócrates o que não aprenderam com Guterres ou Soares, mas há sempre mais para deitar ao lixo.

  5. Anonimo says:

    “O fim da austeridade é uma treta”. Passos Coelho volta, o país precisa de ti!

  6. Zé Pestana says:

    Passos vai para o raio que que te parta.

  7. JgMenos says:

    Na sanha de dar de comer à clientela, os partidos da esquerdalhada resolveram pôr no poder uma seita de socráticos.
    Tão simples como isso.

    • ZE LOPES says:

      Realmmente teremos de reconhecer que uma das suas grandes qualidades é a simplicidade. V. Exa, é um simples, não há dúvida nenhuma.

    • ZE LOPES says:

      Agora a sério: uma prova de que o poder está numa seita de socráticos está nas respostas evasivas sobre a reversão de cortes no próximo Orçamento, aos jornalistas reunidos numa conferência de imprensa coletiva, de que pouco se falou:

      “Só sei que nada sei!” (A. Costa);
      “Sei, sei. Sei que nada!”. (C. Martins);
      “Só sei que sei, e nada!” (J. Sousa);
      “Só sei que nada só!” (H. Apolónia);

      Foi então que entrou apressadamente o ministro Centeno a convidar toda a gente para um almoço, o que prova a sanha de dar de comer à clientela. Resta-me revelar que o pratos principais foram “Coelho à caçadora”, “Trutas do Rio de escabeche” e “Cristas de galo confitadas”.

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