
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

No dia 30 deste mês que hoje se inicia, o Aventar vai comemorar 10 anos. Queremos que comemorem connosco. Escrevendo, que é o que se faz por aqui. [Como participar]

O que acontece se o sector da Restauração e similares (restaurantes, bares, cafés, confeitarias, etc) não recupera rapidamente? “Nenhum problema, eu sou agricultor e produtor de fruta e legumes, continuo a plantar e a mãe natureza encarrega-se do resto”. Errado: o sector da Restauração e Similares é o principal consumidor de frutas e legumes. Sem […]
Há algo de compatível entre um Dão, colheita seleccionada, a moleza do calor e as palavras saídas da guitarra de Pablo Sáinz-Villegas.
Novoselic escreve direct, mas a Blitz traduz direto. Como diria Cobain, “I don’t know why“. É directo. Lembrai-vos dos One *Diretion.
do rei de Espanha, eis o “keep your mouth shut” do chefe Acevedo. Eis Trump a fazer de Chávez.
Trump saiu da OMS num momento difícil de política interna. Tudo o que ele faz é no intuito de assegurar a sua reeleição. Quem quiser que apanhe os cacos.
como está a situação daquele aeroporto que o Costa quis dar à Vinci ali para os lados de umas areias que ficarão debaixo de água daqui as umas décadas?
Nuno Pacheco denunciou estes *impatos do Expresso. Impatos? Do professor Expresso? Efectivamente: impatos da pandemia.
Na última edição, a revista SÁBADO cometeu um enorme erro. Partilhou esta notícia sobre Catarina Martins.
Veio a ser desmentido que se trata de Catarina Martins. O jornalismo português cada vez é menos levado a sério por culpa própria.
Tende paciência. Entretanto, ide-vos entretendo com o problema n.º 1, o problema n.º 2 e o problema n.º 3.
A recusa da injeção na Comunicação Social por parte do ECO e do Observador é a rejeição à submissão ao Estado.
Mas isso é em inglês. Em português, a diferença entre 19 e 90, como diria o outro, é huge!
Joacine disse iste com um palite nos dentes entre um fine e um tremoce, certe?
Num jogo que deveria ser de grande animação nas bancadas, tivemos isto. Bonita homenagem dos jogadores, que não esqueceram a alma do clube. Não matem o futebol.
O Juíz irá aplicar o termo de identidade e residência, na próxima semana estará de regresso ao trabalho. Business as usual…
Efectivamente. Apesar de o OE2020 ser uma mentira e uma vergonha.
Mais um anunciado regresso d’O Desejado.
Lista actualizada pelo blogue Formally Known As The Bollocks. Ainda falta, por exemplo, a sessão dos SDC, com Fatman, Today, False Faces e All Glory.
O tempo vai passando, o momento continua inesquecível. Há 7 anos, o Futebol Clube do Porto marcava o golo mais marcante da história do campeonato português. Um golo que despertou aquilo que o futebol melhor sabe fazer: despertar emoções.
somos do Porto e temos aversão ao azul. Só falta saber se, como eu, Santos Silva tem a terceira qualidade: ser mouro. Ser mouro é a suprema virtude do verdadeiro Portuense.
Caríssimo Dário
Gostei imenso da sua foto. No entanto, e após uma troca de mensagens com António de Almeida, este encarregou-me de lhe pedir um esclarecimento.
Cá vai: a copa de árvore mais acima, talvez a colocada no ponto zero-trezentos e sessenta graus, apresenta-se um pouco desfohada. Será que tal árvore pertence ao Estado?
Se não, qual a filiação partidária dos pássaros que a têm habitado?
Fico à espera dos importantes esclarecimentos de V. Exa. O futuro da nossa floresta está em causa.
Muito obrigado.
ZE LOPES
Não consta que a “floresta” de monocultura tenha pássaros…
Olhe que não é bem verdade. Aqui na terra há um eucaliptal onde eles abundam. Pássaros, passarinhos, passarões, até de cristas…
A eucaliptização da floresta portuguesa é uma dádiva às celuloses que levaram os agricultores ao engodo de lhes cederem as suas propriedades para nelas plantarem os eucaliptos para lhes alimentarem as suas fábricas. Esta peste, muito superior a peste suína, é responsável por mais de noventa por cento dos fogos que deflagram todos os anos com tendência para se agravarem, em intensidade e duração devido às alterações climáticas, que se vão acentuando de ano para ano. Os governos, coniventes com esta situação, preferem investir no combate aos fogos e não na sua prevenção, elegendo a aviação civil que começam a proliferar como cogumelos, pagando-lhes autênticas fortunas com resultados duvidosos. Esta é uma situação que deveria merecer o repúdio de todos nós porque as suas consequências a todos nos afetam em termos de saúde e de ambiente.