Trump e Kim: como branquear a brutalidade do mais violento dos ditadores

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Foi, efectivamente, um momento histórico e sem precedentes: nunca o líder de um Estado democrático fez tanto para branquear a brutalidade do mais violento ditador à face da Terra. Pior: nunca nenhum o fez a troco de rigorosamente nada. Aguarda-se, com expectativa, a inauguração da primeira Trump Tower em Pyongyang.

Comments

  1. JgMenos says:

    Em fim, estamos de acordo.
    Este Trump ultrapassa a esquerda mais tinhosa em oportunismo e cegueira.


  2. especulador imobiliário, what else, já vi muito destes em Portugal


  3. Que estratégia sugeres?

  4. Mário Reis says:

    JM essa do mais violento dos ditadores é para o trump certo?

    • João Mendes says:

      Por muita repulsa que me provoque, Trump e Kim não jogam na mesma divisão. É óbvio que me refiro ao carniceiro coreano

      • Mário Reis says:

        É óbvio que eu esperava que assim fosse!!! Se quiser elucidar-me como pode afirmar isso, agradecia.
        Será porque o “ditador” Kim teria obrigado a que todos usassem o mesmo corte de cabelo; por os arqueólogos norte-coreanos terem descoberto a existência de unicórnios; por os cidadãos acreditarem que a Coreia ganhou o Campeonato do Mundo de 2014 frente a Portugal; ou que os jogadores foram fuzilados por perderem com Portugal; que Kim mandou matar o tio com um lança mísseis porque ele dormiu numa reunião (minha preferida!); que Kim mandou matar a namorada porque ela falava muito; porque não sei quantos foram lançados aos cães esfomeados, e por aí fora. Poucos dias depois, é claro, os supostos mortos aparecem vivos e as notícias passam à história, e quando divulgadas, são 1% da publicidade da mentira original.
        Devia fazer-nos pensar quão livre e credível é essa tal imprensa… que verga a caricaturas, e cala crimes hediondos do presente como os que decorrem na Palestina (exterminação do povo e Estado), no Iémen, no Sudão, etc.

  5. Julio Rolo Santos says:

    Tudo o que se possa fazer para tentar reverter a situação naquela ou noutras partes do mundo em conflito ou em ditadura, de esquerda ou de direita, tem a minha concordância. Julgo ser muito mau insistir-se apenas pelo lado negativo destas duas personagens, desvalorizando o lado positivo que o encontro possa trazer para o mundo em convulsão permanente.

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