Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. E de recordar Alcindo Monteiro

Hoje celebramos o nosso país, Portugal, celebramos os portugueses, celebramos a nosso fabuloso idioma (hoje brutalizado por um acordo ortográfico absurdo), celebramos as forças armadas, as comunidades portuguesas e um dos nossos maiores vultos literários, Luiz Vaz de Camões, que, alegadamente, terá falecido neste dia, em 1580. Um dia de festa, de evocar o nosso passado e as nossas raízes, de enaltecer os nossos feitos, de comemorar a nossa existência comum e de pensar o nosso futuro. Um grande dia!

Lamentavelmente, este grande dia de Portugal foi violentamente conspurcado, faz hoje 26 anos, quando um grupo delinquentes neo-nazis, espancaram brutalmente Alcindo Monteiro, o que acabaria por resultar na sua morte. Um crime de ódio, racial, perpetrado criminosos violentos cuja única motivação é a imposição de um regime ditatorial, racista, segregacionista, censório e repressivo a todos os níveis. Criminosos que têm no partido de extrema-direita a sua normalização e institucionalização, o seu porto seguro, ou não tivessem muitos dos seus membros transitado de movimentos e grupelhos fascistas e neo-nazis.

Que a memória de Alcindo Monteiro nunca nos permita esquecer o que representou e representa a extrema-direita em Portugal. E a urgência de a combater e desmascarar. Que a tolerância, para esta criminalidade violenta, seja SEMPRE zero. Sem contemplações. E que o fascismo continue a não passar. Assim se honra a nossa pátria. Assim se honra Portugal

Comments

  1. JgMenos says:

    A um comentário invisível…
    Na História de Portugal que hoje se enaltece como realização colectiva, há um período – de 1926 a 1974 – que uma cambada de coirões insistem em vilipendiar.
    E é para o fazer que recordam actos criminosos que em nada definem nem o país nem a história desse período.
    Definem sim a história recente de um país entregue a uma ralé que tudo aporcalha e tudo remete para o que dizem ser política e não passam de vómitos de quem nunca soube nem imagina dever ser a política uma derivada da ética.

    • Nascimento says:

      Olha lá ó palhaço, coirão é a p…ta que te p.
      Tu nem á ralé pertences, tu nem sabes quem és. Um escarro? De certeza! Vá , vai lá pra retrete lamber merda, que para ti meu fajardo é doce de cereja ( estamos na época dela).
      Ética? Contigo? Qualquer cão rançoso tem mais ética do que tu meu animal.

    • POIS! says:

      Sim???Pois estou estarrecido!

      V. Exa. agora insiste em vilipendiar…o regime salazaresco??? Não estava á espera! Tava a contar com uma certa estabilidade, mas a vida é assim…

    • Paulo Marques says:

      Pois, foram fenómenos naturais a que o regime foi completamente alheio, mas, de qualquer forma, sempre de enaltecer. Ou quê.

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