Black Lives Matter explicado às criançinhas

da forma mais objectiva, didáctica e visual-friendly que já vi. Mais claro do que isto, parece-me, é literalmente impossível. Não que isto sirva para converter um racista ou a fachosfera no geral, mas sempre serve para destruir toda a argumentação dos extremistas com pele de moderados.

Black Lives Matter ✊

Comments

  1. Filipe Bastos says:

    João Mendes, atenção ao ‘criançinhas’.

    Eis o problema com a explicação e com o movimento BLM: não afecta em nada a desigualdade central da sociedade e do mundo.

    Há algumas décadas o BLM faria ainda sentido; hoje não. Muito menos na Europa. Isto não é a canalha americana. Não tivemos segregação, não linchámos negros até ao meado do séc. passado, não temos nada a ver com as histerias PC da América.

    Mais: em vez de unir, fomenta divisão e repele as pessoas. É mais uma distracção do essencial, da desigualdade entre haves e have nots. Um preto rico ainda vale por milhares de brancos pobres.

    Quando todos os grandes mamões aderem entusiasticamente a esta histeria; quando até um banqueiro se faz fotografar ajoelhado à frente do seu cofre; o que é que isto lhe diz? Parece-lhe que isto incomoda em alguma coisa o status quo?

    • Paulo Marques says:

      Pois não, Alfragide não é em Portugal, e Alcino Monteiro nem morreu cá.

    • Filipe Bastos says:

      Alcino Monteiro e Bruno Candé – sempre é mais recente.

      Por altura do Candé soube-se que três negros mataram um jovem (branco) no Campo Grande. Em Coimbra três pessoas (brancas) foram agredidas, uma quase morta a pontapé – foi filmado – por dois ciganos. Continuam à solta.

      Nas Olaias polícias (brancos) foram encurralados por dezenas de ciganos e africanos. Em Odivelas os empregados (brancos) dum restaurante foram agredidos com garrafas partidas por oito ciganos. Tinham-lhes pedido para não fumar. Em Benavente o dono (branco) dum restaurante foi espancado por seis ciganos. Tinha-lhes pedido para fazer menos barulho.

      Há dois dias aconteceu o mesmo em Sesimbra. Na Amadora foram africanos que bateram a polícias após baterem num autocarro. Não tinham carta.

      Note que sou o último a defender violência policial; a polícia está cheia de cobardes e sociopatas. Mas nada disto acima é um problema? Porquê?

      Ia v. àqueles bairros? Falava v. com aqueles clientes?

      • Paulo Marques says:

        Já que que finalmente concedeu o jogo da culpa estrutural do estado, pode alargá-la à segregação e ao desemprego forçado, bem como à precariedade dos pequenos restaurantes

      • Filipe Bastos says:

        Concedi o quê?

        V. às vezes parece um ‘random sentence generator’: tem uma lista de tópicos coligidos do esquerda.net que concatena de forma aleatória. O resultado lembra vagamente uma resposta, sem realmente o ser.

        Ora diga lá: v. ia àqueles bairros? Falava com aqueles clientes? Acha que a wokice o safava dos pontapés, das balas e das facadas?

  2. JgMenos says:

    Nada como um chavão para ocultar o sofisma em forma de argumento.
    -Sendo bem maior a probabilidade de um polícia ser morto por um negro do que por um branco, logo se dirá que os tadinhos são vítimas disto e daquilo e vai daí…’
    Quem tem cu tem medo?
    Quem tem medo facilmente tem ódio ao que receia?.

    • Paulo Marques says:

      Quem vai para a guerra, dá e leva, já se dizia no tempo do teu mestre. Se passassem a proteger e servir, invés de brincar aos comboys, podia ser que não estivessem a perder rapidamente o respeito quando qualquer um pode ver o que fazem.


    • “Sendo bem maior a probabilidade de um polícia ser morto por um negro do que por um branco”

      É insensato alguém afirmar algo sem primeiro averiguar se o que diz é verdade.
      Arrisca-se a passar por mentiroso sem necessidade nenhuma.
      https://ucr.fbi.gov/leoka/2019/tables/table-42.xls

  3. Paulo Marques says:

    Precisam de fazer actuações espúrias violentas nas comunidades brancas para melhorar esses números.

  4. Pimba! says:

    A – Black Lives Matter!

    R – All Lives Matter!

    A – … o quê, näo só a dos pretos, mas também as dos hispânicos, dos índios…?

    R –

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