Energia, autarquias e comunidades

“Somos donos da nossa energia” é o lema da Coopérnico, que visa trazer energia renovável para mais perto dos cidadãos. Nesse sentido, vai publicar o guia “Comunidades de energia“ e realizar eventos sobre Co-criação de Comunidades de Energia em Portugal: o papel das autarquias

A Energy Cities, uma rede de mais de mil municípios europeus (incluindo vários em Portugal) cuja missão é apoiar o processo de transição climática nas cidades, e a Coopérnico CRL, a primeira cooperativa de energias renováveis em Portugal a comercializar eletricidade, irão publicar a tradução portuguesa do guia “Comunidades de energia: um guia prático” e, no contexto do seu lançamento, vão organizar a conferência e workshop “Co-criação de comunidades de energia em Portugal”. 

Podem inscrever-se aqui para o evento online, que se realiza a 3 de Novembro e para as sessões presenciais em Vila Nova de Gaia, que terão lugar no dia 17 de Novembro.

Se não gosta das boleias que o estado português deu e dá à EDP, informe-se sobre alternativas.

Comments

  1. Luís Lavoura says:

    as boleias que o estado português deu e dá à EDP

    Não sei a que se refere a Ana.

    Há em Portugal múltiplas empresas que produzem e múltiplas empresas que comercializam eletricidade. Inclusivé a Coopérnico.

    Agora até a antiga EDP-Distribuição passou a chamar-se E-Redes, para que os clientes não a confundissem com a EDP comercializadora de eletricidade.

    • Rui Naldinho says:

      “ as boleias que o estado português deu e dá à EDP”
      “Não sei a que se refere Ana”

      Com a excepção deste Governo e do PS, você até parece um SPIN dessa gente, acho que não há viva alma neste país, incluindo todos os outros partidos políticos, sobre aquilo de que estamos a falar, a Ana Moreno incluída.
      Mas, pior do que tudo, como diz Rui Rio, é que, um ano depois, a ATA ainda não ter dado uma resposta ao assunto em questão. Esse mutismo demonstra a borla fiscal dada à EDP, assumida pelo governo, mas nunca declarada, na transação das barragens. Quer isto dizer que a ATA não deu nem vai dar qualquer resposta.
      Também há uma coisa que já todos nós intuímos. Se Rui Rio por mera hipótese ganhar estas eleições com uma maioria de direita, vai deixar tudo na mesma, empurrando o ónus dessa tomada de posição, com claro prejuízo para o erário público, para o anterior governo do PS. Tal e qual fez o PS depois de suceder à PàF, depois de andar 4 anos a criticar a promiscuidade entre os governantes da direita e os seus amigos da EDP.
      Nós só merecemos os governos que escolhemos.

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