Economia para totós

Como um simples tweet mostra a iliteracia da esquerda. Delicioso.

Comments

  1. Daniel says:

    Não sei quem é a “esquerda”, mas gostei da resposta do Musk!

  2. POIS! says:

    Pois pois!

    Um simples tuítezinho meteu no bolsinho séculos de económico-esquerdices !

    Hayek seja louvado! A iliteracia foi desmascarada! O Mundo, finalmente está salvo!

    Já podemos passar ao episódio seguinte.

    • POIS! says:

      Sim. O mercado vai resolver o problema da fome através da “mãozinha invisível”.

      Aquela malta ainda não descobriu que tem um ativo que terá de rentabilizar para obter rendimento: o corpinho.

      É só pôr a render esse ativo, muito requisitado por esse Mundo fora,, e há muita gente que está interessada em gastar uns cobres, podendo assim o proprietário do esqueleto obter a moeda necessária para se posicionar no mercado, do lado da procura.

      E depressa, que a oferta está fartinha de esperar, coitadinha! O arrozinho ainda se estraga!

  3. Paulo Marques says:

    A CNN agora é a esquerda? É a CNN a ser CNN, a vender que basta apenas mexer nas arestas, a outra face da moeda dos liberais a defenderem que o problema é a falta do recurso dinheiro; ambos a fazer o seu papel para que nada mude.

  4. António Fernando Nabais says:

    A iliteracia do autor do “tweet” é, também ela, deliciosa. Basta ler os comentários, especialmente os de David Beasley. Também já me aconteceu comentar apenas títulos ou frases mais curtas – há um ditado para isso: “Cadelas apressadas parem filhos cegos.” 🙂

    • Francisco Figueiredo says:

      Que pessoas de esquerda usem aquele argumento, estou habituado. A comunicação social fazer esse serviço, tal como fez a TVI24, é que já é lamentável. Este tweet só me elucidou para os números. Que o argumento não faz sentido nenhum já se sabia há muito, com ou sem números exatos.

      • POIS! says:

        Pois é!

        Os números são sempre uma maçada.

        Sempre defendi que a matemática devia ser mais subjetiva. Em relação ás raízes quadradas, por exemplo, a minha opinião sempre foi contra mas fui bastamente impedido de a exprimir pela numerocracia dominante!

        Porque é que um milhão há de ter tantos zeros? E um a mais ou a menos faz assim tanta diferença? A intenção, nestas coisas, já não conta? Francamente!

      • António Fernando Nabais says:

        Não sei se já leste os comentários do Beasley, que é só o grande chefe da entidade que não disse nada daquilo que está no título da CNN. Numa pesquisa rápida, ainda fiquei a saber que o homem está filiado no Partido Republicano. Pronto, é tudo de esquerda e não se fala mais nisso.

        • Francisco Figueiredo says:

          Não li ainda, não. Mas que não seja por aí, não falta exemplos à direita de gente que quer um Estado sanguessuga cada vez mais presente na vida das pessoas. Em Portugal, há um partido que se diz de verdadeira direita e que sempre que intervém é para defender um Estado mais invasivo.

          • Paulo Marques says:

            Ui, não fique por aí; há um partido, aliás, dois, que se dizem muito liberais e são a favor que o estado intervenha na economia a garantir rendas e subsídios com dinheiro dos outros, a juntar à manutenção da liberdade do mercado.

          • POIS! says:

            Pois, e o tal partido da “verdadeira direita”…

            Não se inspirou no Hayek para fazer o programa, pois não?

            E não vai chegar ao poder com uma ajudinha dos “invadidos” pelo Estado, pois não?

  5. António Fernando Nabais says:
  6. Paulo Marques says:

    Esse era o moço que ia criar gás verde, mas abriu uma refinaria de petróleo normal, lança foguetes à custa do estado (e bem, fora a bazófia), promete e recebe subsídios para túneis inovadores idiotas inúteis, e que ia salvar o mundo com ventiladores e as crianças presas na caverna?
    Preferia um imposto à propaganda idiota, pessoalmente. Mas percebe-se que alguém que inova à custa de diamantes de sangue seja um modelo libertário.

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